Quanto custa uma internação para dependentes químicos

Quanto custa uma internação para dependentes químicos?

Eis uma pergunta muito comum, podemos até dizer uma das principais (se não a principal) entre aquelas pessoas que têm problemas relacionados à dependência química: Quanto custa uma internação para dependentes químicos? Nós iremos responder essa pergunta neste artigo e também compartilhar com você mais algumas informações importantes. Tenha uma boa leitura!

Antes de irmos direto ao ponto falando de preços, custos, valores do tratamento para dependentes químicos, queremos falar um pouco sobre a doença em si.

Sim, a dependência química é uma doença, incluída na relação de doenças da Organização Mundial da Saúde. A dependência química é definida como um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos, que se desenvolvem após o uso repetido de determinada substância.

Ela é um transtorno mental, uma doença crônica, onde diversos fatores podem contribuir para o seu desenvolvimento, incluindo a quantidade e frequência de uso da substância, a condição de saúde do indivíduo e aspectos genéticos, psicossociais e ambientais.

A dependência química é uma doença primária, ou seja, pode ocasionar outras doenças como depressão, ansiedade, esquizofrenia, enfisema pulmonar, insuficiência renal e hepática, entre muitas outras.

Em 1924 existiam cerca de 100.000 usuários de drogas no mundo todo. Nos dias atuais, são mais de 271 milhões, segundo dados do Relatório do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), de 2017. Este número equivale a 5,5% da população mundial, que hoje está na casa dos 7 bilhões de pessoas.

A dependência química atinge 4 entre 10 famílias brasileiras, segundo a Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (ABEAD).

Se você não tem nenhum caso de dependência química na sua família, é bem provável que conheça alguém que tenha.

Afinal de contas, quanto custa uma internação para dependentes químicos?

quanto custa uma internação para dependentes químicos

Agora que compartilhamos com você alguns detalhes importantes sobre a dependência química, vamos direto ao ponto que é dizer quanto custa uma internação para dependentes químicos.

Para sermos bem claros, não existe um custo fixo para internação de um dependente químico. O preço pode variar muito e depende de uma série de coisas e contextos.

Por exemplo, existe a possibilidade de o tratamento ser interno, externo ou parcial. Também se a clínica de reabilitação possui acomodações e uma estrutura muito bem montada e diferenciada. Se a clínica tem terapias, recreações em auxílio à desintoxicação.

Todos esses fatores e diversos outros que, se colocados aqui, deixariam este artigo bem maior, são cruciais para a elaboração do preço de tratamento para o dependente químico.

“Mas vocês não podem dizer nem mais ou menos quanto custa uma internação para dependentes químicos?!”

Claro! Podemos sim! Se você quer uma média, em números, quanto pode custar uma internação na clínica de recuperação, aí vai:

Existem alguns tratamentos de baixo custo, podendo chegar a uma média de R $600,00 ao mês. Também existem clínicas de luxo, e alto padrão, onde os custos podem chegar ao valor de R $12.000 ao mês.

“Mas e para as pessoas que não têm nenhum dinheiro? Existe alguma solução?”

Sim, existe! Há clínicas de recuperação gratuitas, porém, possuem certas limitações, justamente por serem gratuitas e não conseguirem fundos suficientes para oferecer o melhor tratamento possível para os pacientes. É mais ou menos o que acontece nos postos de saúde e hospitais públicos…

Sem contar que é difícil conseguir uma vaga para internação em uma clínica de recuperação gratuita.

O Grupo Nova Etapa trabalha com um preço justo, de acordo com o que oferecemos. Entre em contato conosco e saiba mais detalhes!

Como lidar com pessoas com transtorno borderline

Como lidar com pessoas com transtorno borderline?

Você conhece alguma pessoa que é muito intensa, rápida e extremista? Com instabilidade emocional? Pode ser que essa pessoa possua um transtorno de personalidade conhecido como borderline. Se você conhece e convive com alguém assim, continue lendo para saber como lidar com pessoas com transtorno borderline. Boa leitura!

Antes de mais nada, vamos entender mais a fundo sobre o transtorno borderline. O que é exatamente, de onde vem esse nome “borderline”, entre outras coisas.

Pois bem, o termo “Transtorno de Personalidade Borderline” foi usado em 1938 pelo psicanalista norte-americano Adolf Stern. À época, a condição descrevia pacientes que se encontravam no limiar entre a psicose e a neurose.

Daí a aplicação da palavra “borderline” (“limite” em inglês). O Borderline também é comumente classificado como Transtorno de Personalidade Limítrofe.

O transtorno de personalidade borderline é caracterizado por um padrão generalizado de instabilidade e hipersensibilidade nos relacionamentos interpessoais, instabilidade na autoimagem, flutuações extremas de humor e impulsividade.

Pacientes com transtorno borderline não toleram estar sozinhos: fazem esforços frenéticos para evitar o abandono e geram crises, como tentativas suicidas, de tal forma que levam os outros a resgatá-los e cuidar deles.

Quando os pacientes com transtorno de personalidade borderline acham que estão sendo abandonados ou negligenciados, eles sentem medo intenso ou raiva. Por exemplo, eles podem ficar em pânico ou furiosos quando alguém importante para eles se atrasar por alguns minutos ou cancelar um compromisso. Eles pensam que esse abandono significa que eles são ruins. Eles temem o abandono em parte porque não querem estar sozinhos.

Estresses durante a primeira infância podem contribuir para o desenvolvimento do transtorno de personalidade borderline. História infantil de abuso físico e sexual, negligência, separação dos cuidadores e/ou perda de um pai é comum entre pacientes com transtorno borderline.

Algumas atitudes de como lidar com pessoas com transtorno borderline

Algumas atitudes de como lidar com pessoas com transtorno borderline

Agora que nós falamos o que é e quais as características do transtorno, vamos falar como lidar com pessoas com transtorno borderline.

A primeira coisa que você precisa pôr em prática é não levar para o lado pessoal tudo o que diz alguém com borderline, pois o que ele ou ela fala pode ter outras funções que não magoar você.

Como, por exemplo, desviar-se de um assunto delicado sobre o qual se esteja conversando, obter atenção (lembre-se de que a pessoa com borderline tem essa necessidade num grau maior do que qualquer outra) ou, simplesmente, dar vazão a alguma frustração.

Outra atitude é ser claro no que pedir à pessoa com este transtorno: mensagens mais breves, menos carregadas de emoções e objetivas frequentemente facilitam a comunicação. Sermões e argumentações, por outro lado, podem aumentar a irritação e levar a discussões infrutíferas ou mesmo a agressões.

Também é essencial que você sempre tenha coerência. Seja coerente e consequente no que você espera do indivíduo com borderline: o que você aprova ou o que desaprova não podem ficar constantemente mudando, pois isso tende a aumentar a instabilidade da relação.

Se hoje você acha um comportamento aceitável, não puna a pessoa amanhã pelo mesmo comportamento e, se agora algo for inaceitável, não deve ser diferente daqui a uma hora.

Por fim, conheça os seus limites e os estabeleça. Por mais que ame alguém, ultrapassar seus próprios limites, além de trazer sofrimento para você mesmo, pode interferir negativamente em seu relacionamento com a pessoa com borderline.

Caso precise de ajuda profissional para lidar com transtorno de borderline, entre em contato com o Grupo Nova Etapa. Estamos prontos para ajudar você e sua família!

Clínica de reabilitação para alcoólatras em Goiânia

Clínica de reabilitação para alcoólatras em Goiânia – GO

Desde o início da história da humanidade diversas doenças apareceram. Algumas foram vencidas e praticamente extintas. No caso da covid-19, por ser bem recente, está ainda sendo estudada, mas estamos no caminho de vencê-la, ou pelo menos controlá-la por meio das vacinas que já foram desenvolvidas e estão sendo aplicadas. Mas outra doença mais antiga, que está longe de ser vencida é o alcoolismo. Para você, que chegou até essa página procurando por clínica de reabilitação para alcoólatras em Goiânia – GO, continue a leitura, pois este conteúdo irá ser útil!

O alcoolismo é um problema complexo, que vai além de ser uma doença comum.

Na verdade, muitos ignoram a gravidade do alcoolismo, confundindo pessoas que consomem muito álcool com aqueles que realmente são dependentes da bebida, ou seja, alcoólatras.

Aqui, quando usamos o termo alcoólatra, alcoolista, dependente alcoólico, ou simplesmente alcoólico, estamos nos referindo àquela pessoa que não consegue passar muito tempo sem consumir álcool.

O alcoólatra, em sua grande maioria, não consegue abandonar o vício, precisando da ajuda profissional que pode ser encontrada na clínica de reabilitação para alcoólatras.

Um hospital convencional pode atender um alcoólatra em situações de emergência, mas não possui estrutura para reabilitá-lo.

Por exemplo, caso a pessoa sofra de um coma alcoólico e precise ser ajudada imediatamente, ela pode ser levada a um hospital mais próximo, e não necessariamente a uma clínica de recuperação para alcoólatras.

Por outro lado, para controlar o alcoolismo e ter uma vida “normal”, sem grandes complicações causadas pela doença, o tratamento na clínica de recuperação para alcoólatras é necessário.

Afinal, o alcoolismo é uma doença crônica, ou seja, não tem cura, no entanto o tratamento adequado proporciona bem-estar ao alcoolista.

Como funciona uma clínica de reabilitação para alcoólatras em Goiânia – GO do Grupo Nova Etapa

Como funciona uma clínica de reabilitação para alcoólatras em Goiânia - GO do Grupo Nova Etapa

Depois de falarmos sobre o alcoolismo e a clínica de reabilitação de uma forma mais ampla, queremos falar sobre a clínica de reabilitação para alcoólatras em Goiânia – GO do Grupo Nova Etapa.

Nossa unidade em Goiânia – GO, assim como em qualquer outra unidade nossa, presente em todo o Brasil, conta com uma equipe completa de profissionais que nos ajudam a manter um índice de qualidade elevado, proporcionando um atendimento com excelência. E o que é melhor, ajudando nossos pacientes a vencer o alcoolismo e assim tornando suas famílias mais felizes.

Entre esses profissionais podemos citar médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, socorristas, paramédicos, entre outros.

Na clínica de recuperação para alcoólatras do Grupo Nova Etapa você encontra uma estrutura hospitalar para cuidar de cada paciente.

Tanto quando ele chega na clínica, onde uma triagem e exames são feitos para avaliar qual a sua situação atual, quanto para avaliar seu progresso no tratamento do alcoolismo.

Mas a nossa clínica de reabilitação para alcoólatras vai além do que um hospital convencional pode oferecer.

Ela também cuida da saúde mental do alcoolista, além, é claro, da saúde física.

Afinal, como o próprio código do “CID” o define, o alcoolismo é um conjunto de transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de álcool.

Portanto, na clínica de recuperação para alcoólatras cuidamos da saúde física. Porém temos também um cuidado especial com a saúde mental de nossos pacientes.

Para saber mais detalhes sobre nossa clínica de reabilitação para alcoólatras em Goiânia – GO, entre em contato conosco. Será um prazer para nós poder ajudar!

Internação involuntária para alcoólatras

Internação involuntária para alcoólatras

As bebidas alcoólicas tendem a ser consumidas em momentos de confraternização, comemoração e diversão. Mas quando o álcool é consumido em excesso, pode se tornar um grande inimigo. Quando o indivíduo se torna dependente da substância, o mais recomendado é buscar ajuda especializada. Porém, nem sempre é possível convencer o usuário a buscar um tratamento e, dessa forma, a melhor opção se torna a internação involuntária para alcoólatras. Continue lendo para saber mais!

Antes de prosseguirmos e falarmos sobre a internação em si, queremos falar sobre o alcoolismo.

O alcoolismo é uma doença que consta na 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID-10), da Organização Mundial da Saúde (OMS). E é classificado como um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos, fisiológicos e emocionais.

Além disso, o alcoolismo é uma doença crônica, ou seja, não possui cura. Mas pode e deve ser tratado da forma correta, no lugar certo e com as pessoas devidamente qualificadas.

Outro detalhe preocupante a respeito do alcoolismo é que um dos maiores prejudicados pela dependência nem sempre é o alcoólatra.

O sistema de convívio humano, na maioria das vezes, é impactado por algumas ações que visam eliminar a liberdade que possa existir da pessoa com seu entorno.

Cometer irregularidades, exageros e tomar ações sem cabimento, dentro de uma norma ética impregnada na sociedade, são alguns atos que repele a pessoa em qualquer trajetória positiva.

Em diversos casos, as reações acerca dos efeitos do álcool podem destruir famílias inteiras, mas sempre há uma saída. O caminho da internação involuntária para alcoólatras é a chance que a família tem para se proteger e para ajudar o seu ente querido.

 

Internação involuntária para alcoólatras: entenda como funciona

Internação involuntária para alcoólatras: entenda como funciona

A primeira impressão para a maioria das pessoas que ouvem (ou leem, neste caso) a expressão internação involuntária é de que se trata de um procedimento que parece ferir o direito de escolha do dependente alcoólico.

No entanto, esse procedimento é visto de forma legal perante a legislação brasileira e é indicado para casos extremos, quando o dependente, visivelmente, não tem condições para decidir por si só ou não consegue buscar ajuda por conta própria.

Por esse motivo, o debate sobre esse assunto deve ser feito com calma e entre familiares e pessoas próximas ao alcoólatra. Sem dúvidas, há muitos tratamentos contra o alcoolismo que são extremamente eficientes.

A internação involuntária para alcoólatras tem que ser a última alternativa, caso já se tenha tentado outras formas, sem sucesso.

Antes de partir para a internação involuntária, converse com o usuário, demonstre afeto e carinho e mostre-se disposto a ajudá-lo em todas as situações.

Se tudo isso for em vão, então é o momento de recorrer à internação involuntária. A família pode ficar despreocupada, pois não estará fazendo mal ao ente querido, nem indo contra a lei. Muito pelo contrário.

A lei que garante esse direito à família do usuário é a 10.216/2002 e foi estabelecida por meio da portaria federal 2391/2002.

Sabendo agora que a família está garantida por lei a autorizar uma internação involuntária, o primeiro passo para realizar esse procedimento com segurança e responsabilidade é buscar uma clínica de reabilitação que ofereça condições suficientes para esse tipo de tratamento.

Neste caso, você pode contar com o Grupo Nova Etapa. Nós somamos mais de 20 anos de experiência no combate ao alcoolismo. Entre em contato e saiba mais!

Como internar uma pessoa com esquizofrenia

Como internar uma pessoa com esquizofrenia?

Aqui, no site do Grupo Nova Etapa, você encontra muito conteúdo sobre dependência química e alcoolismo. Ambos são transtornos mentais, reconhecidos pela Organização Mundial da Saúde como doenças. Além de alcoolismo e dependência química, nós também ajudamos pessoas com esquizofrenia. Portanto, se você quer saber como internar uma pessoa com esquizofrenia, está no lugar certo! Continue lendo para saber mais!

Falando um pouco sobre a esquizofrenia, ela é uma doença psicótica, onde o portador perde o contato com a realidade. Ele pode apresentar alucinações, mudanças comportamentais, delírios e pensamentos confusos.

Os sintomas estão relacionados a uma falta de visão crítica, o que faz com que o indivíduo não veja que está se comportando de maneira estranha. Essa é uma condição que pode afetar homens e mulheres, na mesma proporção.

Porém, cabe ressaltar que os sintomas podem se manifestar de forma diversa em cada indivíduo. E que o tratamento da esquizofrenia é imprescindível por toda a vida, portanto, este requer acompanhamento médico, uso de medicamentos e serviços de cuidados especializados.

As principais formas da doença se manifestar é através da perturbação do pensamento, afetividade e da interação social, iniciando normalmente na fase adulta.

Até o presente momento, não se sabe o motivo exato que causa a esquizofrenia. No entanto, algo que sabemos é que uma combinação de fatores, tais como: genética, ambiente, estrutura e química cerebrais alteradas podem realmente influenciar por completo o aparecimento da doença.

Os pacientes que possuem esquizofrenia podem passar por um surto psicótico e acabam não respondendo bem aos tratamentos mais conhecidos, podendo então, precisar da ajuda de uma internação para conseguir controlar o seu quadro.

Como internar uma pessoa com esquizofrenia: saiba qual o momento certo

Como internar uma pessoa com esquizofrenia: saiba qual o momento certo

A esquizofrenia, assim como a dependência química e alcoolismo, é uma doença crônica. Ou seja, uma doença que não possui uma cura, que precisa de tratamento por toda a vida do paciente.

Por conta dos sintomas psicóticos, o esquizofrênico pode não saber mais o que é perigoso e pode se envolver em algumas situações de conflito, sem que as outras pessoas saibam da sua doença, sem poder ajudar em alguma coisa.

Nem sempre o paciente é agressivo, mas dependendo do estágio da doença, precisa ser vigiado e tratado o tempo todo. Daí então a necessidade da internação.

No Grupo Nova Etapa, o paciente esquizofrênico vai receber o acompanhamento de profissionais médicos, além de enfermeiros e psicólogos que irão oferecer atividades terapêuticas como tratamento.

Dentro dessas atividades, eles podem fazer atividades ocupacionais, artísticas, de maneira intensiva para que a recuperação seja mais eficaz. Para conseguir controlar a esquizofrenia, alguns medicamentos antipsicóticos podem ser usados também.

Sobre como internar uma pessoa com esquizofrenia, a forma mais fácil é tentar convencer o paciente, e realizar uma internação voluntária.

Porém, como já falamos antes, nem sempre o paciente tem consciência de que está doente e precisa de ajuda. Muito menos aceita ser internado. Nestes casos, as opções de internação involuntária e compulsória são as alternativas legais.

A melhor forma de ajudar é buscar um local adequado e que ofereça uma equipe profissional que possa realizar o melhor acolhimento.

E este local, sem dúvidas, é o Grupo Nova Etapa! Para saber mais sobre a nossa instituição e nosso trabalho, entre em contato conosco. Será um prazer para nós ajudar!

Como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos?

O Grupo Nova Etapa é especialista em tratamento contra a dependência química e alcoolismo. Mas também cuidamos de pacientes com problemas psiquiátricos, ou seja, com outros tipos de transtornos mentais. E se você gostaria de saber como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos, continue lendo, pois este artigo irá te ajudar!

As doenças mentais são condições de anormalidade ou comprometimento de ordem psicológica, mental ou cognitiva. Há diversos fatores que explicam os transtornos psiquiátricos, como genética, problemas bioquímicos, como hormônios ou substâncias tóxicas, e até mesmo o estilo de vida.

Na grande maioria das vezes as pessoas que sofrem com transtornos mentais se tornam incapazes. Seja completamente ou parcialmente incapazes.

E quando falamos em internação, pode soar como um “abuso” contra o portador do transtorno. Mas como acabamos de dizer, essas pessoas perdem o discernimento do que é certo e do que é errado para si mesmas e também para outras pessoas. Restando apenas a opção de uma internação involuntária ou até mesmo compulsória, dependendo da situação.

Optar pelo não tratamento, que neste caso seria a internação, não é a melhor escolha para a família que sofre com o ente querido e o próprio portador do transtorno também sofre, mesmo que não esteja totalmente consciente disso.

Existem situações médicas que exigem o tratamento em um ambiente diferenciado. Por diversas razões, este tratamento precisa ser realizado em um meio que ofereça condições de melhor enfrentamento da mencionada situação médica.

A internação não é mais como costumava ser há algumas décadas atrás. Ela deixou de ser um fim, passando em uma minoria de casos a ser um meio para o tratamento mais adequado de alguns aspectos dos transtornos mentais.

Nos últimos cinquenta ou sessenta anos, o atendimento psiquiátrico se tornou, como nunca antes, uma atividade majoritariamente ambulatorial.

Como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos: tipos de internações

Como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos

Depois de termos falado um pouco sobre os transtornos mentais, o que eles representam e como podem afetar toda uma família, queremos falar dos tipos de internações para você que deseja saber como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos.

Alguns parágrafos atrás falamos um pouco sobre a internação voluntária e internação compulsória. Mas agora queremos falar um pouco mais sobre estas duas modalidades de internações e também falar da internação voluntária.

Entendemos que se você está querendo saber como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos, é bem provável que a pessoa que você deseja internar não concorde em iniciar um tratamento. Ou sequer entenda que está doente.

Mas quando falamos em problemas psiquiátricos, não nos referimos apenas a casos extremos, onde o paciente perde a noção da realidade, por assim dizer.

Por exemplo, uma pessoa que sofre com depressão ou ansiedade – problemas bem comuns nos dias de hoje – também sofrem com problemas psiquiátricos. Mas não necessariamente são consideradas incapazes de responderem por seus próprios atos. Neste caso, a internação voluntária é mais viável.

Na internação voluntária o paciente concorda em ficar internado, devendo assinar um termo de consentimento no ato da admissão na clínica de reabilitação.

Mas, como já falamos antes, nem sempre o paciente tem ciência de seus problemas psiquiátricos. Portanto, a internação involuntária é a alternativa.

Neste caso, a internação é solicitada por outra pessoa. Na maioria desses casos, o paciente é internado contra a vontade dele. Esse tipo de internação tem que ser avisada ao Ministério Público em até 72 horas depois do ocorrido.

Internação compulsória

Internação compulsória

Existe também a internação compulsória que acontece por determinação da Justiça. Contudo, é uma situação que acontece com extrema raridade.

Tanto a internação compulsória quanto a involuntária só podem ser determinadas por um médico registrado no CRM. Esse profissional avaliará se o paciente oferece risco para si mesmo ou para outras pessoas.

Como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos: tipos de tratamentos

Como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos

Uma outra informação relevante para você que quer saber como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos é entender como funciona o tratamento quando o paciente é internado e está lá na clínica de reabilitação.

Existem dois tipos de tratamentos para pessoas com problemas psiquiátricos que é o tratamento somático e o tratamento psicoterapêutico.

Os tratamentos somáticos incluem medicamentos, eletroconvulsoterapia e outros tipos de terapia que estimulam o cérebro. Por exemplo, estimulação magnética transcraniana e estimulação do nervo vago.

Os tratamentos psicoterapêuticos incluem psicoterapia (individual, de grupo ou familiar e conjugal). Técnicas de terapia comportamental. Por exemplo, métodos de relaxamento ou terapia de exposição. E hipnoterapia.

Grande parte dos estudos sugere que, para transtornos de saúde mental importantes, uma abordagem terapêutica que contemple tanto medicamentos como psicoterapia é mais eficaz do que qualquer um dos métodos de tratamento utilizados isoladamente.

Os psiquiatras não são os únicos profissionais de saúde mental preparados para tratar a doença mental. Outros profissionais incluem psicólogos clínicos, enfermeiros com formação avançada e assistentes sociais.

Entretanto, psiquiatras (e enfermeiros práticos de psiquiatria em alguns estados) são os únicos profissionais de cuidados com a saúde mental com permissão para receitar medicamentos.

Outros profissionais da saúde mental trabalham, sobretudo, com psicoterapia. Muitos clínicos gerais e outras categorias de médicos também receitam medicamentos para tratamento de transtornos de saúde mental.

Sobre internar uma pessoa com problemas psiquiátricos o que vemos acontecer na prática é que o SUS não tem condições de absorver a demanda de internações.

E acaba atendendo somente os casos mais graves, ainda assim com falhas. Muitas famílias precisam recorrer à Justiça para terem assegurado o direito à internação de seu familiar, tornando-a compulsória.

Grupo Nova Etapa

Grupo Nova Etapa

Depois de falarmos um pouco sobre como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos, queremos falar um pouco mais sobre o Grupo Nova Etapa.

O Grupo Nova Etapa existe desde 1998, proporcionando um atendimento especializado para as pessoas que sofrem com algum tipo de transtorno mental.

Nossa equipe de profissionais é altamente capacitada e experiente, buscando sempre a inovação das nossas metodologias terapêuticas.

Nosso objetivo é a restauração da qualidade de vida dos nossos pacientes, através do equilíbrio físico, emocional e psicológico.

Educando o comportamento humano e restabelecendo princípios, valores e crenças que promovem a autoestima e um relacionamento familiar e social cada vez melhor e saudável.

Se você está precisando de ajuda com algum familiar com problemas psiquiátricos, entre em contato conosco agora mesmo. Teremos grande satisfação em poder ajudar!

Como tirar a vontade de usar drogas

Como tirar a vontade de usar drogas?

Para aquelas pessoas que se tornaram dependentes de alguma droga, seja ela qual for – e que gostaria de reverter essa situação – provavelmente se pergunte: como tirar a vontade de usar drogas?

Se este é o seu caso, se você ou alguém próximo, algum familiar ou amigo se tornou dependente químico/alcoólico, continue lendo este artigo, pois ele vai te ajudar!

Em primeiro lugar, antes de qualquer outra coisa, queremos deixar bem claro que restringir o consumo da droga não é recomendado e pode até oferecer risco à saúde da pessoa em casos mais graves.

Se você quer aprender como tirar a vontade de usar drogas, saiba que sozinho, sem ajuda de ninguém, principalmente ajuda profissional, é quase impossível alcançar esse feito. São raríssimos os casos de pessoas que pararam de usar drogas sem a ajuda de outras pessoas.

O que pode acontecer é alguém começar a experimentar algum tipo de droga, principalmente as mais “leves”, como maconha, ou álcool, por exemplo, e antes de se tornarem de fato dependentes, conseguirem parar de usar.

Mas quando estamos falando de dependência química, as coisas se tornam bem mais complexas e assim, muito mais difíceis de serem solucionadas sem ajuda profissional e ajuda da família.

O processo de desintoxicação do organismo de um dependente químico ou alcoólatra não é simples.

O consumo recorrente de drogas faz com que o organismo se torne mais resistente a essa substância. Assim, à medida em que os efeitos de curto prazo duram menos, o dependente passa a querer usar cada vez mais drogas para prolongar essas sensações.

 

Como tirar a vontade de usar drogas: primeiros passos

Como tirar a vontade de usar drogas

Como você pode notar, tirar a vontade de usar drogas por conta própria, não é algo nada fácil. Pra não dizer impossível. Isso porque a questão não é apenas parar de usar drogas. Pois parar de usar drogas sem um acompanhamento médico e, principalmente psicológico, só pode agravar a dependência.

As crises de abstinência, que acontecem quando o dependente químico fica um certo período de tempo sem consumir a substância, acontece na imensa maioria dos casos. E é justamente por isso que reforçamos que o indivíduo necessita de ajuda profissional, ou seja, de uma clínica de reabilitação.

Mas existem algumas coisas que o dependente químico pode fazer antes de recorrer à clínica de recuperação, que podem ser consideradas um “pré-tratamento”. Veja, a seguir, alguns exemplos:

Se comprometa

Se comprometa

A menos que você esteja seriamente comprometido com a tarefa de tirar a vontade de usar drogas, você não conseguirá. Entenda que leva tempo para ficar sóbrio e você precisa ser paciente e motivado.

Faça exercícios físicos

Faça exercícios físicos

Um dos passos importantes de como tirar a vontade de usar drogas é fazer exercícios regularmente. Seu corpo e sua mente estarão sob estresse quando você estiver lutando para vencer o vício. O exercício regular ajuda a aliviar o estresse e a fazer você se sentir melhor consigo mesmo.

Estabeleça metas

Estabeleça metas

É igualmente importante determinar como você cumprirá as responsabilidades. Estabeleça metas para lidar com diferentes situações, como reuniões sociais, conversas estressantes etc. Ao criar um plano, você deve considerar todos os aspectos de sua vida, como pais, relacionamentos, trabalho, interação com outras pessoas, cumprimento de obrigações etc.

Estas são algumas coisas que você pode fazer sozinho se quiser tirar a vontade de usar drogas. Mas o próximo passo é pedir a ajuda da sua família e depois buscarem uma boa clínica de recuperação.

Neste caso, você pode contar com o Grupo Nova Etapa. Nós estamos desde 1998 ajudando pessoas a vencerem a dependência química e terem uma vida mais feliz e saudável. Sem dúvidas podemos ajudar você e sua família também! Entre em contato conosco e saiba mais!

Tratamento para alcoólatras

Tratamento para alcoólatras: o que é e como realizar

Se você não sofre com problemas envolvendo bebidas alcoólicas, é quase certo que pelo menos conheça alguém que sofra. E para tal, o tratamento para alcoólatras é a melhor solução.

Mas o que é exatamente o tratamento para alcoólatras e como fazê-lo? É o que nós iremos comentar neste artigo. Continue lendo para saber mais!

O álcool, além de ser uma droga lícita, ou seja, que pode ser consumida sem infringir nenhuma lei (desde que o consumidor seja maior de idade), também é socialmente aceito e muito consumido, tanto em festas quanto em casa.

Porém, se consumido de modo frequente e intenso a pessoa que o consome pode vir a desenvolver a dependência alcoólica ou alcoolismo.

O alcoolismo é considerado uma doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pois torna a pessoa dependente da substância. Precisando na maioria das circunstâncias de ajuda profissional para vencer o vício. Tal ajuda é o tratamento para alcoólatras.

O tratamento para alcoólatras se faz necessário, pois com o uso excessivo do álcool o dependente acaba desenvolvendo a tolerância. Onde ele precisará aumentar cada vez mais o consumo da substância, para ter os efeitos que tinha antes com pequenas quantidades.

A dependência do álcool ocorre quando o indivíduo não consegue mais interromper o uso da substância. E caso pare com o consumo, começa a apresentar sintomas de abstinência, como tremores, ansiedade, fadiga, depressão e dor de cabeça.

Ainda de acordo com a OMS, o álcool representa cerca de 5,3% das mortes que acontecem anualmente. O consumo excessivo de álcool também se constitui como a causa de diversos tipos de doenças, pois muitas acontecem devido a este fator.

Como funciona o tratamento na prática?

Como funciona o tratamento na prática

Depois de termos falado um pouco sobre o alcoolismo, e quão perigoso e prejudicial às pessoas ele é, vamos falar como funciona o tratamento para alcoólatras na prática.

O alcoolismo é uma doença crônica, ou seja, não tem cura! Mas calma! Apesar de não ter cura, tem tratamento, assim como outras doenças como a diabetes, hipertensão, só para citar as mais comuns.

Pessoas com essas doenças nunca ficam curadas, mas têm uma vida normal, inclusive vivendo por muitos anos, sem complicações. Bastando apenas seguir o tratamento corretamente.

Claro que não se deve confundir uma pessoa que gosta de consumir bebidas alcoólicas com um dependente alcoólico. Mesmo que alguém goste e consuma bastante álcool, não significa exatamente que seja dependente (apesar de as chances de se tornar um sejam maiores).

O tratamento para alcoólatras deve ser implementado após várias tentativas sem sucesso de abandonar o vício. Pois como estamos falando de uma doença, a ajuda profissional é inevitável.

Na prática, o tratamento para alcoólatras não segue uma “receita de bolo” para todos. E o que funciona para um indivíduo pode não servir para outro. Simplesmente compreender as diferentes opções pode ser um primeiro passo importante.

Na realidade, há uma variedade de métodos de tratamento disponíveis hoje, graças aos avanços significativos na área nos últimos 60 anos.

Para tratar o alcoolismo é preciso saber qual o nível e gravidade da dependência para que o tratamento apropriado seja feito.

Um bom começo para o tratamento do alcoolismo é a partir do momento em que o próprio dependente passa a reconhecer a gravidade de seu problema e percebe a necessidade de se tratar.

O apoio e auxílio da família também se constitui como um aspecto que contribui de forma significativa no caminhar do processo de tratamento para alcoólatras.

A desintoxicação no tratamento para alcoólatras

A desintoxicação no tratamento para alcoólatras

Quando o dependente aceita ajuda profissional e dá início no tratamento para alcoólatras em uma clínica de recuperação, uma das primeiras coisas a serem feitas é a desintoxicação.

A desintoxicação é o processo de limpeza da substância geradora da dependência no organismo do paciente.

O procedimento é feito da seguinte forma: são utilizadas pequenas quantidades da substância que gera dependência. Até que o paciente não sinta mais necessidade de consumir o álcool.

Esse método é feito por um profissional especializado que administra de forma segura e controlada a dosagem da substância. Diminuindo as doses de forma gradual até que o organismo do paciente esteja limpo.

Durante o procedimento de desintoxicação, medicações também podem ser utilizadas. Sendo assim, esse procedimento só pode ser feito com o auxílio de um médico e de uma equipe de profissionais especializados, como também do apoio de familiares.

Atualmente, existem três medicamentos aprovados para ajudar as pessoas a parar ou reduzir o consumo de álcool e prevenir recaídas. Os médicos de atenção primária ou outros profissionais de saúde os prescrevem. Os medicamentos podem ser aplicados sozinhos ou em combinação com aconselhamento.

E por falar em aconselhamento, na clínica de recuperação o dependente alcoólico também passa por um tratamento psicológico.

O aconselhamento é um método que busca ajudar o paciente em seus sentimentos, conflitos e percepções. Esclarecendo suas dúvidas no seu processo de intervenção terapêutica, em busca de auxílio em diversas áreas da vida.

O aconselhamento tem o objetivo de educar o paciente em função de seus conflitos e problemas.

O psicólogo é responsável pelo aconselhamento, de forma confidencial. Onde o paciente pode falar a respeito de qualquer coisa, de forma privada e reservada.

Onde posso encontrar um tratamento para alcoólatras mais próximo?

Onde posso encontrar um tratamento para alcoólatras mais próximo

O Grupo Nova Etapa é uma instituição que atua no tratamento, recuperação e resgate de pacientes dependentes em álcool e substâncias químicas, a qual oferece seus serviços desde 1998.

Na clínica de reabilitação, seu familiar tem acesso a um tratamento de qualidade, de acordo com a lei, e que conta com uma equipe de profissionais especializados neste tipo de tratamento, atendendo às necessidades específicas de cada paciente.

Nosso objetivo é a restauração da qualidade de vida dos nossos pacientes, através do equilíbrio físico, emocional e psicológico.

Educando o comportamento humano e restabelecendo princípios, valores e crenças que promovem a autoestima e um relacionamento familiar e social cada vez melhor e saudável.

Temos como valores o respeito, a solidariedade, o amor ao próximo, a honestidade, a ética, a sustentabilidade, a excelência e a qualidade.

Se você está buscando por um tratamento para alcoólatras de qualidade, que de fato surta efeito, entre em contato conosco agora mesmo. Ficaremos muito contentes em poder ajudar!

O que leva uma pessoa a usar drogas

O que leva uma pessoa a usar drogas?

Se você tem um dependente químico em sua família ou em seu círculo de amigos e deseja ajudá-lo(a), saber o que leva uma pessoa a usar drogas pode ser muito útil.

Na verdade, são muitos os motivos que podem levar uma pessoa a usar drogas. Isso varia de pessoa para pessoa. Nesse artigo, nós vamos compartilhar com você algumas das principais razões. Continue lendo!

Antes de entrarmos direto no assunto de o que leva uma pessoa a usar drogas, queremos falar um pouco mais sobre as drogas em si.

Chamamos de “droga” qualquer substância e/ou ingrediente utilizado em laboratórios, farmácias, tinturarias, etc. Um pequeno comprimido para aliviar uma dor de cabeça ou até mesmo uma inflamação, é uma droga.

Contudo, o termo é comumente empregado a produtos alucinógenos ou qualquer outra substância tóxica que leva à dependência. Como o cigarro e o álcool, que por sua vez têm sido sinônimo de entorpecente.

As drogas psicoativas são substâncias naturais ou sintéticas que ao serem penetradas no organismo humano, independente da forma (ingerida, injetada, inalada ou absorvida pela pele), entram na corrente sanguínea e atingem o cérebro, alterando todo seu equilíbrio, podendo levar o usuário a reações agressivas.

O início do contato com as drogas ocorre principalmente na adolescência. É nessa fase da vida que eles afirmam sua personalidade, com novas descobertas, mudança no corpo, explosões de emoção e temperamento, o que contribui para o surgimento de novos e difíceis problemas.

Da própria influência da sociedade chegam várias cobranças e apelos de consumo, de como se mover, vestir e até mesmo como não ser “careta”, antiquado.

O que leva uma pessoa a usar drogas: razões mais comuns

Agora que falamos um pouco das drogas e o que elas são exatamente, vamos finalmente falar sobre o que leva uma pessoa a usar drogas:

Curiosidade

Curiosidade

Um dos principais motivos que leva uma pessoa a usar drogas é a curiosidade. Não quer dizer que quem tenha curiosidade em experimentar drogas esteja necessariamente passando por um problema. Muito menos que tenha vontade de se tornar dependente. Mas infelizmente é o que acaba acontecendo em muitos casos.

Influências

Influências

Como falamos antes, a influência da sociedade, de amigos, pode ser um dos motivos que leva uma pessoa a usar drogas. Isso é bem comum entre os mais jovens que experimentam drogas para fazer parte de um grupo específico ou para provar uma falsa coragem.

Busca por estimulante ou calmante

Busca por estimulante ou calmante

Em uma rotina acelerada e, muitas vezes estressante, a droga pode servir de escape para o estresse, trazendo o efeito calmante. Ao mesmo tempo, a pessoa poderá utilizar determinado tipo de droga como estimulante em uma festa ou em algum dia em que ela se sinta deprimida.

Alívio para dores físicas e mentais

Alívio para dores físicas e mentais

As angústias e dores físicas e mentais podem ser um dos motivos que leva uma pessoa a usar drogas. Isso porque, enquanto estiverem com os efeitos químicos no organismo, terão suas angústias e dores aliviadas. Seus problemas são “resolvidos” temporariamente.

Porém, passado este período, as dores podem voltar em dobro, levando-a ao consumo cada vez maior e mais recorrente. Ou seja, as drogas apenas pioraram a situação ao invés de ajudarem.

Como dissemos no início, são vários os motivos que podem levar uma pessoa a usar drogas. Estes que citamos são apenas alguns dos mais comuns.

Se você precisa de ajuda contra a dependência química, sendo você o usuário de drogas ou alguém próximo, entre em contato com o Grupo Nova Etapa.

Nós temos mais de 20 anos de experiência no combate à dependência química, tendo ajudado milhares de pessoas. Nós também iremos te ajudar!

O que o álcool pode causar na família?

Sabemos que a bebida alcoólica, o álcool, para ser mais específico, causa diversos danos para quem o consome em excesso. Inclusive causa dependência, chamada de alcoolismo. No entanto, neste artigo nós queremos falar um pouco sobre o que o álcool pode causar na família. Continue a leitura.

No Brasil, segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 4,2% da população preenche critérios para abuso ou dependência de álcool, sendo 6,9% entre homens e 1,6% entre mulheres.

O 1º Levantamento Domiciliar sobre o uso de Drogas Psicotrópicas no Brasil indica uma prevalência do uso do álcool na vida de 68,7%. Sendo ela maior para o sexo masculino (17,1%) do que para o feminino (5,7%). No total, há uma estimativa de 11,2% de dependentes de bebidas alcoólicas nas 107 maiores cidades do Brasil.

Sobre os males que o álcool pode causar, podemos destacar as alterações comportamentais da pessoa que faz uso e abuso da substância levando, na maioria das vezes, à desestruturação familiar.

Além disso, pode levar a gastos excessivos com tratamentos médicos e internações hospitalares, a elevado número de acidentes de trânsito com pessoas alcoolizadas, violência urbana e mortes prematuras.

Sobre os efeitos do alcoolismo na família, estudos demonstram que viver em um “ambiente alcoolista” afeta negativamente os filhos (falaremos um pouco mais sobre eles adiante) e que, para cada alcoolista, cinco ou seis pessoas da família são afetadas.

Problemas familiares como desavenças, falta de credibilidade e desconfianças são sentimentos despertados nas pessoas que já passaram pela experiência de ter um dependente e, quando há um dependente na família, todos adoecem.

O que o álcool pode causar na família: filhos

O que o álcool pode causar na família

Como você pode ver, acabamos de citar alguns dos principais problemas sobre o que o álcool pode causar na família. De uma forma geral, todos os membros da família sofrem, como também acabamos de dizer.

Porém, quem costuma sofrer ainda mais com um alcoolista em casa são os filhos.

Nascer em uma família onde a bebida determina um conjunto de adaptações decorrentes da irregularidade de comportamentos de um dos membros ocasiona frequentemente sintomas psicopatológicos. Entre eles, a hiperatividade, perturbações do comportamento, consumo precoce de álcool e outras substâncias, disfunções cognitivas, problemas de aprendizagem, sintomas de ansiedade e depressão.

Os filhos de alcoólatras, além de estarem mais expostos ao risco de desenvolverem uma dependência, quatro a seis vezes mais que os filhos de pais não alcoólicos, apresentam frequentemente, mais problemas somáticos (atrasos no crescimento) e psíquicos (dificuldades de aprendizagem, imaturidade afetiva, alterações emocionais e do comportamento).

Por fim, filhos de dependentes do álcool, quando adultos, poderão vir a apresentar dificuldades como ausência de confiança em si próprios e em outras pessoas. Além disso, poderão ter dificuldades em identificar e exprimir emoções, dificuldades no envolvimento de relações afetivas íntimas e estáveis e sentimento de culpa.

Eles também poderão demonstrar comportamentos fixos e controlados, apresentar desenvolvimento de dependência alcoólica e sintomas de ansiedade e depressão.

Esses são apenas alguns exemplos do que o álcool pode causar na família. Portanto, se você aprecia bebidas alcoólicas, muito cuidado para não exagerar e destruir a sua vida e de sua família.

Se você já está com problemas familiares devido ao alcoolismo, então entre em contato com o Grupo Nova Etapa. Nós somos uma clínica especializada no tratamento do alcoolismo e prestamos suporte não apenas para o alcoolista, mas também para a família. Esperamos seu contato!

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