Clínica de recuperação esquizofrenia

Clínica de Recuperação Esquizofrenia

A esquizofrenia, ainda nos dias de hoje, é uma doença nebulosa, até mesmo para pessoas mais entendidas no assunto. Seu diagnóstico é um pouco complexo e requer a participação de profissionais capacitados para executá-lo. Neste artigo, nós vamos falar um pouco sobre a clínica de recuperação esquizofrenia. Boa leitura!

Vamos tentar definir a esquizofrenia de uma forma simples, já que dissemos no começo que ela ainda é uma doença nebulosa para algumas pessoas.

Pois bem, a esquizofrenia é um tipo de transtorno mental que impede que seu portador consiga pensar, sentir e se comportar com clareza. Um dos tratamentos mais eficazes é a internação do paciente em uma clínica de recuperação para esquizofrenia. Como é o caso do Grupo Nova Etapa.

Com origem em meados do século XIX, a junção das palavras esquizo (sinônimo de dividir, no dialeto dos filósofos clássicos) e frenia, termo que se assemelha com algo próximo a “mente”, a palavra resultou perfeita para definir o “transtorno da mente dividida”, característica principal da doença.

Alguns especialistas costumam observar que os primeiros sinais de esquizofrenia se iniciam no final da adolescência, início da vida adulta, como uma certa apatia.

De forma sutil e conforme a doença vai se agravando, o indivíduo vai abandonando suas atividades cotidianas e começa a ser mais recluso, mais ausente.

Um sintoma que chama a atenção e talvez o mais visível, seja a paranoia de perseguição. Para o portador da doença, tudo e todos estão contra ele, está sempre vigiado e todos à sua volta o querem prejudicar.

É nesse momento que o paciente e/ou a família precisam procurar ajuda de uma clínica de recuperação para esquizofrenia.

A clínica de recuperação para esquizofrenia e sua importância

A clínica de recuperação para esquizofrenia e sua importância

A clínica de recuperação para esquizofrenia serve como um suporte para o paciente e também para sua família.

Isso porque o paciente pode não ter uma real noção do perigo, ou então, se envolver com conflitos por se sentir perseguido, ameaçado e/ou vigiado.

Nessas situações a família geralmente não sabe como agir e por isso pode contar com uma equipe profissional qualificada e treinada para os mais diversos tipos de ocorrências referentes a esquizofrenia.

Durante a internação, o paciente receberá todo o suporte que necessita, com o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar, considerando o envolvimento de psicólogos, médicos psiquiatras e enfermeiros.

Na clínica, o paciente é orientado pelo psiquiatra, com medicamentos antipsicóticos, como Risperidona, Quetiapina, Olanzapina ou Clozapina.

Esses medicamentos ajudam a controlar principalmente os sintomas positivos, como alucinações, delírios ou alterações do comportamento.

Outros medicamentos do tipo ansiolíticos, como Diazepam, ou estabilizadores do humor, como Carbamazepina, podem ser usados para aliviar os sintomas em caso de agitação ou ansiedade.

Além disso, busca-se o reequilíbrio do paciente a partir de atividades terapêuticas, como as artísticas e ocupacionais. Assim, a recuperação é acelerada e conquista-se o resgate da organização sobre si.

Se você tem casos de esquizofrenia na família, se algum membro está com sintomas da doença, principalmente sintomas como alucinações, por exemplo, entre em contato conosco. O Grupo Nova Etapa terá um imenso prazer em poder ajudar você e sua família.

Clínica de repouso para pessoas com esquizofrenia

Você está procurando por uma clínica de repouso para pessoas com esquizofrenia, mas tem dúvidas sobre o assunto? Então você chegou ao lugar certo! Neste artigo nós vamos falar sobre a esquizofrenia e como tratar o transtorno. Boa leitura!

A esquizofrenia é uma doença classificada como transtorno mental crônico e atinge 1% da população mundial.

E apesar de ser uma doença crônica (sem cura), ela possui tratamento adequado.

A esquizofrenia atinge tanto homens quanto mulheres, mas costuma ser mais comum em pessoas do sexo masculino e geralmente se manifesta entre os 15 e 35 anos de idade.

Ela consiste em mudanças na função mental, onde os pensamentos e percepção das coisas se tornam desordenados e há uma perda de contato com a realidade.

A esquizofrenia pode aparecer de forma gradual, tanto que em muitos dos casos os sintomas são praticamente imperceptíveis.

Mas também pode aparecer de forma abrupta, dependendo de cada indivíduo.

Apesar de se manifestar de forma muito particular em cada pessoa, como acabamos de dizer, a esquizofrenia tem alguns sintomas que podemos citar como principais. Veja logo a seguir quais são:

  • Delírios: Sensação de perseguição; diz ser uma pessoa que não é.
  • Alucinações: Estímulos sensoriais não condizem com a realidade.
  • Fala desorganizada: Devido à confusão de pensamentos.
  • Apatia: Falta de interesse em atividades.
  • Isolamento social e baixa energia.

O isolamento e falta de interesse, às vezes pode ser confundido com a depressão. Porém, o diagnóstico parte do pressuposto de que a pessoa apresente pelo menos 2 sintomas (exceto quando o único for delírio ou alucinação), e ter perdurado por no mínimo 30 dias.

É importante, inclusive, saber se o paciente pode estar sob efeito de psicoativos.

A importância de uma clínica de repouso para pessoas com esquizofrenia

A importância de uma clínica de repouso para pessoas com esquizofrenia

A clínica de repouso para pessoas com esquizofrenia tem uma importância muito grande, pois nela o paciente encontrará suporte de pessoas profissionais, treinadas e capacitadas, como é o caso do Grupo Nova Etapa.

E esse suporte está relacionado a manter a integridade física do paciente e das pessoas de sua convivência, além de resgatar as habilidades sociais e pessoais do portador da esquizofrenia.

Isso porque o paciente pode não ter uma real noção do perigo, ou então, se envolver com conflitos por se sentir perseguido, ameaçado e/ou vigiado.

Durante a internação, o paciente receberá todo o suporte que necessita, com o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar, considerando o envolvimento de psicólogos, médicos psiquiatras e enfermeiros.

Além disso, busca-se o reequilíbrio do paciente a partir de atividades terapêuticas, como as artísticas e ocupacionais. Assim, a recuperação é acelerada e conquista-se o resgate da organização sobre si.

É na clínica de repouso para pessoas com esquizofrenia que o médico também poderá incluir e prescrever o antipsicótico no tratamento do indivíduo.

Tudo isso e muito mais você encontrará nas unidades do Grupo Nova Etapa. Nós estamos presentes em praticamente todo o Brasil. Onde você estiver, nós temos uma clínica próxima a você.

O Grupo Nova Etapa também possui clínica de recuperação para dependentes químicos e clínica de reabilitação para alcoólatras.

Somos uma referência na reabilitação humana, com mais de 20 anos de experiência. Entre em contato e saiba mais!

Como lidar com pessoas com transtorno borderline

Como lidar com pessoas com transtorno borderline?

Você conhece alguma pessoa que é muito intensa, rápida e extremista? Com instabilidade emocional? Pode ser que essa pessoa possua um transtorno de personalidade conhecido como borderline. Se você conhece e convive com alguém assim, continue lendo para saber como lidar com pessoas com transtorno borderline. Boa leitura!

Antes de mais nada, vamos entender mais a fundo sobre o transtorno borderline. O que é exatamente, de onde vem esse nome “borderline”, entre outras coisas.

Pois bem, o termo “Transtorno de Personalidade Borderline” foi usado em 1938 pelo psicanalista norte-americano Adolf Stern. À época, a condição descrevia pacientes que se encontravam no limiar entre a psicose e a neurose.

Daí a aplicação da palavra “borderline” (“limite” em inglês). O Borderline também é comumente classificado como Transtorno de Personalidade Limítrofe.

O transtorno de personalidade borderline é caracterizado por um padrão generalizado de instabilidade e hipersensibilidade nos relacionamentos interpessoais, instabilidade na autoimagem, flutuações extremas de humor e impulsividade.

Pacientes com transtorno borderline não toleram estar sozinhos: fazem esforços frenéticos para evitar o abandono e geram crises, como tentativas suicidas, de tal forma que levam os outros a resgatá-los e cuidar deles.

Quando os pacientes com transtorno de personalidade borderline acham que estão sendo abandonados ou negligenciados, eles sentem medo intenso ou raiva. Por exemplo, eles podem ficar em pânico ou furiosos quando alguém importante para eles se atrasar por alguns minutos ou cancelar um compromisso. Eles pensam que esse abandono significa que eles são ruins. Eles temem o abandono em parte porque não querem estar sozinhos.

Estresses durante a primeira infância podem contribuir para o desenvolvimento do transtorno de personalidade borderline. História infantil de abuso físico e sexual, negligência, separação dos cuidadores e/ou perda de um pai é comum entre pacientes com transtorno borderline.

Algumas atitudes de como lidar com pessoas com transtorno borderline

Algumas atitudes de como lidar com pessoas com transtorno borderline

Agora que nós falamos o que é e quais as características do transtorno, vamos falar como lidar com pessoas com transtorno borderline.

A primeira coisa que você precisa pôr em prática é não levar para o lado pessoal tudo o que diz alguém com borderline, pois o que ele ou ela fala pode ter outras funções que não magoar você.

Como, por exemplo, desviar-se de um assunto delicado sobre o qual se esteja conversando, obter atenção (lembre-se de que a pessoa com borderline tem essa necessidade num grau maior do que qualquer outra) ou, simplesmente, dar vazão a alguma frustração.

Outra atitude é ser claro no que pedir à pessoa com este transtorno: mensagens mais breves, menos carregadas de emoções e objetivas frequentemente facilitam a comunicação. Sermões e argumentações, por outro lado, podem aumentar a irritação e levar a discussões infrutíferas ou mesmo a agressões.

Também é essencial que você sempre tenha coerência. Seja coerente e consequente no que você espera do indivíduo com borderline: o que você aprova ou o que desaprova não podem ficar constantemente mudando, pois isso tende a aumentar a instabilidade da relação.

Se hoje você acha um comportamento aceitável, não puna a pessoa amanhã pelo mesmo comportamento e, se agora algo for inaceitável, não deve ser diferente daqui a uma hora.

Por fim, conheça os seus limites e os estabeleça. Por mais que ame alguém, ultrapassar seus próprios limites, além de trazer sofrimento para você mesmo, pode interferir negativamente em seu relacionamento com a pessoa com borderline.

Caso precise de ajuda profissional para lidar com transtorno de borderline, entre em contato com o Grupo Nova Etapa. Estamos prontos para ajudar você e sua família!

Como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos?

O Grupo Nova Etapa é especialista em tratamento contra a dependência química e alcoolismo. Mas também cuidamos de pacientes com problemas psiquiátricos, ou seja, com outros tipos de transtornos mentais. E se você gostaria de saber como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos, continue lendo, pois este artigo irá te ajudar!

As doenças mentais são condições de anormalidade ou comprometimento de ordem psicológica, mental ou cognitiva. Há diversos fatores que explicam os transtornos psiquiátricos, como genética, problemas bioquímicos, como hormônios ou substâncias tóxicas, e até mesmo o estilo de vida.

Na grande maioria das vezes as pessoas que sofrem com transtornos mentais se tornam incapazes. Seja completamente ou parcialmente incapazes.

E quando falamos em internação, pode soar como um “abuso” contra o portador do transtorno. Mas como acabamos de dizer, essas pessoas perdem o discernimento do que é certo e do que é errado para si mesmas e também para outras pessoas. Restando apenas a opção de uma internação involuntária ou até mesmo compulsória, dependendo da situação.

Optar pelo não tratamento, que neste caso seria a internação, não é a melhor escolha para a família que sofre com o ente querido e o próprio portador do transtorno também sofre, mesmo que não esteja totalmente consciente disso.

Existem situações médicas que exigem o tratamento em um ambiente diferenciado. Por diversas razões, este tratamento precisa ser realizado em um meio que ofereça condições de melhor enfrentamento da mencionada situação médica.

A internação não é mais como costumava ser há algumas décadas atrás. Ela deixou de ser um fim, passando em uma minoria de casos a ser um meio para o tratamento mais adequado de alguns aspectos dos transtornos mentais.

Nos últimos cinquenta ou sessenta anos, o atendimento psiquiátrico se tornou, como nunca antes, uma atividade majoritariamente ambulatorial.

Como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos: tipos de internações

Como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos

Depois de termos falado um pouco sobre os transtornos mentais, o que eles representam e como podem afetar toda uma família, queremos falar dos tipos de internações para você que deseja saber como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos.

Alguns parágrafos atrás falamos um pouco sobre a internação voluntária e internação compulsória. Mas agora queremos falar um pouco mais sobre estas duas modalidades de internações e também falar da internação voluntária.

Entendemos que se você está querendo saber como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos, é bem provável que a pessoa que você deseja internar não concorde em iniciar um tratamento. Ou sequer entenda que está doente.

Mas quando falamos em problemas psiquiátricos, não nos referimos apenas a casos extremos, onde o paciente perde a noção da realidade, por assim dizer.

Por exemplo, uma pessoa que sofre com depressão ou ansiedade – problemas bem comuns nos dias de hoje – também sofrem com problemas psiquiátricos. Mas não necessariamente são consideradas incapazes de responderem por seus próprios atos. Neste caso, a internação voluntária é mais viável.

Na internação voluntária o paciente concorda em ficar internado, devendo assinar um termo de consentimento no ato da admissão na clínica de reabilitação.

Mas, como já falamos antes, nem sempre o paciente tem ciência de seus problemas psiquiátricos. Portanto, a internação involuntária é a alternativa.

Neste caso, a internação é solicitada por outra pessoa. Na maioria desses casos, o paciente é internado contra a vontade dele. Esse tipo de internação tem que ser avisada ao Ministério Público em até 72 horas depois do ocorrido.

Internação compulsória

Internação compulsória

Existe também a internação compulsória que acontece por determinação da Justiça. Contudo, é uma situação que acontece com extrema raridade.

Tanto a internação compulsória quanto a involuntária só podem ser determinadas por um médico registrado no CRM. Esse profissional avaliará se o paciente oferece risco para si mesmo ou para outras pessoas.

Como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos: tipos de tratamentos

Como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos

Uma outra informação relevante para você que quer saber como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos é entender como funciona o tratamento quando o paciente é internado e está lá na clínica de reabilitação.

Existem dois tipos de tratamentos para pessoas com problemas psiquiátricos que é o tratamento somático e o tratamento psicoterapêutico.

Os tratamentos somáticos incluem medicamentos, eletroconvulsoterapia e outros tipos de terapia que estimulam o cérebro. Por exemplo, estimulação magnética transcraniana e estimulação do nervo vago.

Os tratamentos psicoterapêuticos incluem psicoterapia (individual, de grupo ou familiar e conjugal). Técnicas de terapia comportamental. Por exemplo, métodos de relaxamento ou terapia de exposição. E hipnoterapia.

Grande parte dos estudos sugere que, para transtornos de saúde mental importantes, uma abordagem terapêutica que contemple tanto medicamentos como psicoterapia é mais eficaz do que qualquer um dos métodos de tratamento utilizados isoladamente.

Os psiquiatras não são os únicos profissionais de saúde mental preparados para tratar a doença mental. Outros profissionais incluem psicólogos clínicos, enfermeiros com formação avançada e assistentes sociais.

Entretanto, psiquiatras (e enfermeiros práticos de psiquiatria em alguns estados) são os únicos profissionais de cuidados com a saúde mental com permissão para receitar medicamentos.

Outros profissionais da saúde mental trabalham, sobretudo, com psicoterapia. Muitos clínicos gerais e outras categorias de médicos também receitam medicamentos para tratamento de transtornos de saúde mental.

Sobre internar uma pessoa com problemas psiquiátricos o que vemos acontecer na prática é que o SUS não tem condições de absorver a demanda de internações.

E acaba atendendo somente os casos mais graves, ainda assim com falhas. Muitas famílias precisam recorrer à Justiça para terem assegurado o direito à internação de seu familiar, tornando-a compulsória.

Grupo Nova Etapa

Grupo Nova Etapa

Depois de falarmos um pouco sobre como internar uma pessoa com problemas psiquiátricos, queremos falar um pouco mais sobre o Grupo Nova Etapa.

O Grupo Nova Etapa existe desde 1998, proporcionando um atendimento especializado para as pessoas que sofrem com algum tipo de transtorno mental.

Nossa equipe de profissionais é altamente capacitada e experiente, buscando sempre a inovação das nossas metodologias terapêuticas.

Nosso objetivo é a restauração da qualidade de vida dos nossos pacientes, através do equilíbrio físico, emocional e psicológico.

Educando o comportamento humano e restabelecendo princípios, valores e crenças que promovem a autoestima e um relacionamento familiar e social cada vez melhor e saudável.

Se você está precisando de ajuda com algum familiar com problemas psiquiátricos, entre em contato conosco agora mesmo. Teremos grande satisfação em poder ajudar!

Como parar de usar drogas sozinho

Como parar de usar drogas sozinho?

É comum que muitos dependentes químicos tenham vergonha de pedir ajuda para conseguir deixar as drogas. Portanto, se você se encaixa nessa situação e gostaria de saber como parar de usar drogas sozinho, continue lendo, pois te daremos dicas que irão te ajudar!

Algo bem importante de se pontuar logo a princípio é entender os motivos do consumo de drogas. Isso é essencial para determinar o modo de combater a dependência química e abandonar o vício.

Existem diversos fatores que levam uma pessoa a abusar dessas substâncias.

Eles podem ser sociais, emocionais ou podem estar relacionados a algum distúrbio físico ou mental.

O ambiente em que o dependente está inserido é uma das questões com o maior peso.

O contato com entorpecentes costuma acontecer por meio de pessoas muito próximas, como amigos ou até familiares.

Os fatores emocionais estão relacionados ao meio social em que um dependente químico convive.

O abuso de substâncias pode acontecer diante do envolvimento emocional com quem estimula ou facilita o acesso a essas substâncias.

Também pode se dar como uma forma de fuga de determinada situação, como uma intriga familiar, por exemplo.

A dependência química também pode causar ou esconder outros problemas de saúde.

Como muitos entorpecentes atuam no sistema nervoso do indivíduo que os consome, eles podem desencadear ou agravar transtornos mentais.

Em alguns casos, essas substâncias mascaram os sintomas, dificultando o diagnóstico correto.

Citamos alguns motivos que podem levar uma pessoa a abusar das drogas, mas a verdade é que isso é muito pessoal e para se conseguir um diagnóstico preciso, uma ajuda profissional é praticamente indispensável.

Mas vamos nos ater ao título desse artigo que é como parar de usar drogas sozinho.

Passos importantes de como parar de usar drogas sozinho

Passos importantes de como parar de usar drogas sozinho

O primeiro passo que, você que está lendo talvez já tenha tomado, é reconhecer o vício, a dependência. Isso parece meio óbvio de se dizer, mas a verdade é que a grande maioria dos dependentes químicos não reconhecem-se como tal.

Portanto, se você sabe que precisa de ajuda e quer parar com as drogas, já tomou um grande passo!

Outra coisa que você pode fazer se realmente quer parar de usar drogas sozinho é ser comprometido com você mesmo.

Parar de usar drogas com a ajuda de alguém já é difícil. Sozinho, então, é bem mais.

Não estamos dizendo isso para te desanimar, mas de fato não é uma tarefa fácil.

Portanto, comprometa-se a parar, pois acontecerão muitas situações que te farão querer desistir. Seja forte!

E algo que pode te ajudar a ser comprometido é traçar metas, criar um plano para que você parar de usar drogas.

Por exemplo, suponhamos que você seja dependente do álcool e beba todos os dias.

De início você pode ter uma meta de beber um dia sim e outro não, depois ir aumentando o número de dias sem a substância.

Os exercícios físicos também podem te ajudar se você quer parar de usar drogas sozinho. Seu corpo e sua mente estarão sob estresse quando você estiver lutando para vencer o vício em drogas.

O exercício regular ajuda a aliviar o estresse e a fazer você se sentir melhor consigo mesmo.

Esses são alguns passos que você pode dar se quiser parar de usar drogas sozinho. Porém, como já falamos antes, se você tiver uma ajuda profissional e também da sua família, as coisas se tornam menos difíceis.

Entre em contato com o Grupo Nova Etapa. Sem dúvidas iremos te ajudar nessa difícil batalha!

Como fazer meu marido parar de beber

Como fazer meu marido parar de beber?

O Grupo Nova Etapa tem uma grande preocupação com a família e sabe que muitas delas sofrem com o alcoolismo, principalmente as mulheres. E se você, mulher, se pergunta: “como fazer meu marido parar de beber?”, esse artigo é para você. Continue lendo, pois vamos compartilhar dicas que irão te ajudar!

O alcoolismo é uma doença que atinge muitas pessoas ao redor do mundo, trazendo inúmeras consequências para a saúde física, emocional e mental.

O consumo excessivo de álcool também prejudica as relações que a pessoa possui, afastando-a cada vez mais de sua família e inclusive dos amigos.

Os efeitos do álcool são mais intensos do que as pessoas imaginam, por isso é necessário prestar atenção nas pessoas a sua volta que possuem esse vício.

Escolher começar a beber, pode ser fácil. Já parar, nem tanto. Na verdade, quando estamos falando de um dependente alcoólico, parar por conta própria, sem nenhuma ajuda, é algo extremamente difícil, principalmente se o alcoólatra já se encontra nessa situação por um tempo prolongado.

Se o seu marido tem o hábito de consumir bebida alcoólica exageradamente é necessário tomar atitudes para que a situação não fuja do controle e tome proporções que nunca imaginou, como prejudicar o casamento de vocês, por exemplo.

Saiba que você não é a única que sofre com o alcoolismo por parte do seu marido. São milhares de mulheres que passam pela mesma dificuldade que você

Elas também se perguntam: “como fazer meu marido parar de beber?” como um ato de desespero, por desejarem não só a recuperação do marido diante do vício, mas também salvar o casamento.

Como fazer meu marido parar de beber: 4 dicas úteis

Como fazer meu marido parar de beber

1 – Não tenha bebidas alcoólicas dentro de casa

O maior problema de quem bebe é justamente ter a bebida dentro de casa podendo bebê-la sempre que sentir vontade.

Você precisa seguir a mesma lógica de uma pessoa que está de dieta. Se ela tem vontade de comer um doce, mas o doce não tem em sua casa ela segue em frente na dieta. Então tente fazer o mesmo. Incentive a mudança e evite bebidas alcoólicas em casa.

2 – Não seja agressiva

Se a sua dúvida é “como fazer meu marido parar de beber?”, agressividade não vai ajudá-la a fazer o marido se afastar da bebida. Pelo contrário, ela pode servir como um estímulo e a partir daí ela aumentará as doses de bebida.

Você precisa usar sua simpatia e sensibilidade para trazê-lo para perto, falando abertamente sobre tudo o que a bebida causa na vida dos dois, prejudicando cada vez mais a relação.

3 – Deixe claro seu posicionamento sobre ele beber

Fingir que nada está acontecendo e tentar ignorar o problema não vai te ajudar. Seu marido tem um vício e ele precisa de cuidados para que possa se recuperar.

Existe a necessidade de conversar com ele, ser realista sobre a situação e falar de como se sente, o quanto não tolera a situação. Seja sincera e sugira uma mudança em suas atitudes. Caso contrário, a relação terá consequências.

4 – Procure ajuda profissional

Infelizmente você sozinha talvez não consiga ajudar o seu marido. Se esse for o caso, tudo bem, mas não cruze seus braços deixando a situação piorar.

O Grupo Nova Etapa é especialista em combater o alcoolismo ajudando diversas famílias, principalmente casais, a serem mais felizes sem o álcool como obstáculo.

Se você ainda está se perguntando “como fazer meu marido parar de beber?”, se mesmo depois dessas dicas você ainda se sente incapaz de ajudá-lo, então entre em contato conosco. Nós estamos à sua disposição!

Como identificar se me tornei uma pessoa alcoólatra

Como identificar se me tornei uma pessoa alcoólatra?

O fim de ano já está chegando. E mesmo que 2020 tenha sido um ano atípico, conturbado, é comum que todos queiram comemorar a chegada de um novo ano, com a esperança de que seja melhor do que o atual. Também é comum que tais comemorações estejam acompanhadas de bebidas alcoólicas. Se você aprecia muito as bebidas alcoólicas tem o seguinte pensamento: “como identificar se me tornei uma pessoa alcoólatra?” esse artigo é para você. Continue a leitura para saber mais!

A bebida alcoólica faz parte da cultura do brasileiro. É normal as pessoas se reunirem para conversar e tomar uma cerveja, por exemplo. Ou até mesmo festas em família contam com as bebidas alcoólicas. E até aí tudo bem. Não há nada de errado nisso.

No entanto, o abuso do álcool leva à dependência e pode causar sérios problemas de saúde, inclusive ocasionar o alcoolismo.

Abuso de álcool e alcoolismo, apesar de estarem correlacionados, não são a mesma coisa. Uma pessoa que abusa do álcool, das bebidas alcoólicas, não pode ser necessariamente considerada alcoólatra. Vamos falar um pouco mais sobre os sintomas do alcoolismo mais adiante.

A Organização Mundial da Saúde chega a classificar o alcoolismo como uma doença psiquiátrica, que apresenta componentes físicos e mentais. Isso significa que, embora existam fatores fisiológicos envolvidos, a dependência muitas vezes é psíquica.

Portanto, é bem importante salientar que alcoolismo não tem nada a ver com desvio de caráter, falta de vontade de mudar ou algo do tipo. Esses são julgamentos comuns por parte da sociedade ao se referir a um alcoólatra.

O vício do álcool é um problema com abrangência global: mais de 3 milhões de pessoas em todo o mundo morrem em consequência direta ou indireta do alcoolismo.

Como identificar se me tornei uma pessoa alcoólatra: sintomas do alcoolismo

sintomas do alcoolismo

Agora que falamos um pouco do alcoolismo e procuramos deixar bem claro que ele é uma doença, vamos falar dos sintomas para te ajudar a responder a pergunta: como identificar se me tornei uma pessoa alcoólatra?

O metabolismo do álcool pelo organismo é feito principalmente pelo fígado, que remove cerca de 98% da substância do corpo humano. O restante é eliminado pelos rins, pulmão e pele.

Os sinais de embriaguez são amplamente conhecidos: euforia, alterações no comportamento, perda da timidez, emotividade exagerada e, em alguns casos, tendência à agressividade. Porém, os sintomas de alcoólatra vão muito além da intoxicação por álcool.

Em geral, pessoas que já se tornaram dependentes tendem a:

  • beber sozinhos e fora de situações sociais.

  • continuar a beber mesmo quando percebem que estão se afastando da família e dos amigos.

  • demonstrar agressividade quando confrontados.

  • ter dificuldades para parar de beber mesmo estando embriagados.

  • apresentar paranoia e alucinações.

  • tentar esconder as evidências do consumo de bebidas alcoólicas.

  • apresentar sinais preocupantes, como perda de memória, tremores, insônia e falta de apetite.

Se você costuma consumir bebidas alcoólicas em excesso e se identificou com algum destes sintomas, tome cuidado. Pois talvez você já tenha a resposta para a pergunta: como identificar se me tornei uma pessoa alcoólatra?

Mas algo que acontece com muita frequência é o próprio alcoólatra ter dificuldade em reconhecer-se como tal. Na grande maioria dos casos é a família que percebe esse estado no outro. E este, por sua vez, tende a negar.

Portanto, se a dúvida “como identificar se me tornei uma pessoa alcoólatra” está te causando certo incômodo, pode ser um bom sinal. Pois se você realmente é um alcoólatra, está um passo a frente da maioria dos alcoólatras que não tem esse tipo de pensamento, muito menos admitem estar com a doença.

Como identificar se me tornei um alcoólatra: sinais que indicam que é hora de procurar ajuda

sinais que indicam que é hora de procurar ajuda

Se você ainda tem dúvidas, se ainda está se perguntando: como identificar se me tornei uma pessoa alcoólatra? Vamos compartilhar com você alguns indícios que mostram que está na hora de procurar ajuda:

Necessidade de beber a qualquer momento

Necessidade de beber a qualquer momento

A bebida alcoólica é uma substância química que causa alterações no organismo de quem a consome. Ela atua no sistema nervoso central do indivíduo, promovendo as sensações de prazer, euforia e entorpecimento.

Essas sensações podem facilmente fazer com que um indivíduo se torne dependente. Uma pessoa que abusa do álcool e procura beber em qualquer ocasião devido à necessidade de manter os efeitos dessas substâncias.

Além disso, à medida que o consumo dessa substância aumenta, a tendência é que o indivíduo se torne mais resistente aos efeitos do álcool e tenha de beber cada vez mais para alcançar as sensações desejadas.

Algumas pessoas chegam a trocar as refeições pela bebida, o que oferece um grande risco à saúde.

 Fadiga e dificuldade de raciocínio

Fadiga e dificuldade de raciocínio

Por atuar no sistema nervoso do indivíduo, é comum o álcool afetar sua capacidade cognitiva.

Entre as drogas psicoativas ou psicotrópicas, ele é classificado como um depressor. Assim, seu consumo causa sonolência e sensação de relaxamento.

No longo prazo, o abuso do álcool pode provocar cansaço físico e dificuldade de raciocínio. Confusão mental e até alucinações podem ocorrer em casos mais graves.

Esses sintomas tendem a ficar mais intensos à medida que a pessoa desenvolve tolerância a essa substância e precisa consumi-la cada vez mais para obter as sensações desejadas.

Distúrbios alimentares ou do sono

Distúrbios alimentares ou do sono

O desejo de consumir bebida alcoólica pode inibir a vontade de se alimentar e causar problemas relacionados à alimentação como a anorexia ou bulimia alcoólicas. Nesses casos, a pessoa deixa de se alimentar intencionalmente e pode induzir-se ao vômito ou purgação (com o uso de laxantes, por exemplo).

Além disso, o álcool costuma retardar o sono de um indivíduo, causando distúrbios como insônia, sonambulismo e até problemas respiratórios, como a apneia do sono.

Alterações no metabolismo

Alterações no metabolismo

O álcool é uma substância rapidamente absorvida pelo organismo após o consumo. Passado o efeito imediato de prazer e euforia, ele pode causar dor de cabeça, náusea e vômito, a chamada ressaca.

O consumo em excesso dessa substância pode prejudicar o funcionamento dos órgãos que trabalham para processar essa substância. Assim, fígado, pâncreas e rins costumam ser os mais afetados pelo abuso do álcool.

Além disso, a falta de bebida alcoólica pode causar a síndrome de abstinência. Ela ocorre quando a concentração de álcool no sangue diminui e costuma causar irritabilidade, taquicardia e suor em excesso (sudorese). Em casos extremos, pode provocar convulsões e até levar a óbito.

Alterações de humor

Alterações de humor

Uma pessoa sob o efeito do álcool costuma demonstrar alegria, euforia e relaxamento. Ela pode se tornar dependente dessas sensações e passar a consumir álcool em quantidades cada vez maiores para prolongar esses efeitos.

Por outro lado, quando a quantidade álcool diminui em um organismo que tem o hábito de processá-lo em grande volume, ansiedade, depressão, irritabilidade e agressividade são alguns dos sinais que podem aparecer.

Assim, torna-se necessário recorrer ao tratamento médico para reduzir gradualmente o consumo dessa substância de modo que o organismo não sofra.

Bem, esperamos ter ajudado você a responder a pergunta: como identificar se me tornei uma pessoa alcoólatra? Mas se você está com dificuldade para lidar com o álcool, queremos ajudar ainda mais.

O Grupo Nova Etapa é uma instituição com anos de experiência em ajudar pessoas a vencerem o alcoolismo. Queremos ajudar você também! Por favor, entre em contato conosco e saiba mais. Será uma grande satisfação para nós poder falar com você!

Como lidar com um dependente químico em recuperação

Como lidar com um dependente químico em recuperação?

Uma das maiores tristezas que uma família pode enfrentar é descobrir que um membro se tornou um dependente químico. Assim como uma das maiores alegrias é ver o tratamento e recuperação desse mesmo membro. Mas como lidar com um dependente químico em recuperação? É o que nós vamos descobrir nesse artigo.

A família tem papel fundamental na reabilitação do dependente químico, pois é a sua base. É nela que o adicto vai se espelhar e encontrar forças quando achar que vai ter uma recaída, pois se trata do seu porto seguro e, inicialmente, são as únicas pessoas em quem ele pode confiar.

Por isso, é importante não trair sua confiança e saber agir de maneira adequada nessa fase de recuperação. O apoio que o dependente encontrou ao iniciar o tratamento deve permanecer por parte da família.

A dependência química é uma doença crônica, ou seja, não possui cura. Mas assim como qualquer outra doença crônica, se o tratamento for feito de maneira correta, com ajuda profissional e apoio da família, o adicto terá uma vida normal, sem maiores problemas.

Falando novamente da família, para que ela saiba como lidar com um dependente químico em recuperação, é preciso não se deixar abalar, caso ocorra alguma recaída. Claro que ninguém quer que isso ocorra, mas se acontecer, todos precisam ser fortes e apoiarem-se para que a batalha recomece.

Porém, queremos aqui dar ênfase na atitude que a família deve ter com o dependente químico para evitar ao máximo que recaídas aconteçam.

A seguir, nós vamos compartilhar algumas atitudes que você e sua família devem ter ao lidar com um dependente químico em recuperação.

 

Dicas de como lidar com um dependente químico em recuperação

 

Dicas de como lidar com um dependente químico em recuperação

Antes de começar a ajudar uma pessoa próxima que está passando por um tratamento, entenda o que é a dependência química.

Ser um dependente químico não se trata apenas de ter vontade de consumir drogas. Estão problemas pessoais, emocionais e também a forma como a pessoa lida com tais adversidades. Ao entender que a dependência química vai muito além da vontade ou da fraqueza de um ser humano, você começa a ficar apto a conviver e a ajudar um dependente em recuperação.

Um dependente químico precisa estar em constante observação, não importa quanto tempo estiver longe das drogas. Tenha em mente que é preciso dar força, evitar brigas e discussões que podem levá-lo a uma recaída.

Acima de tudo, é importante ser muito paciente, pois esse problema depende de uma mudança de atitude. Algo que nem sempre se consegue na primeira tentativa.

Confrontos, brigas, discussões e pressão podem ser atitudes muito negativas para quem está em recuperação. Tudo isso pode ser uma forte motivação para voltar às drogas, já que elas oferecem um conforto imediato para o adicto.

Por isso, fuja de brigas e desentendimentos enquanto você estiver perto de alguém em recuperação. Esteja sempre com um sorriso no rosto, tenha uma palavra amiga e tente reverter situações que podem se transformar em conflitos.

Crie oportunidades para unir a família. Essas ocasiões são muito divertidas e uma ótima oportunidade para entreter e não dar chances para os pensamentos ruins.

No começo talvez você ache difícil lidar com um dependente químico em recuperação, mas com muito amor, paciência e perseverança as coisas vão dar certo!

Se você precisa de ajuda profissional para lidar com a dependência química, entre em contato conosco. Estamos à disposição!

Como identificar um dependente químico

Como identificar um dependente químico?

A vida é cheia de desafios e faz parte dela passarmos por momentos de dificuldades. E sem dúvidas um dos maiores desafios que uma pessoa, ou até mesmo uma família pode enfrentar são as drogas. Pensando nisso, vamos falar hoje sobre como identificar um dependente químico na família.

Algo bem comum de se acontecer é que as famílias tendem a pensar que esse é um problema que só acontece com os outros. E que seus filhos são bem educados o suficiente para se envolverem com as drogas.

Mas a verdade é que educação (ou falta dela) nem sempre é motivo para que alguém se envolva com drogas.

E quando acontece da família descobrir que um de seus membros se tornou um usuário de drogas, uma das primeiras reações é a negação. Algo muito perigoso, pois só contribui para que o problema se agrave.

Ignorar um problema, seja ele relacionado à dependência química ou não, sempre é uma má escolha a se fazer. Ignorar ou “fugir” dos problemas não fará com que eles desapareçam ou se resolvam por si sós, sem a nossa intervenção. Por isso, é importante saber como identificar um dependente químico.

Falando sobre a dependência química, ela é uma doença que causa mudanças de comportamento, cognitivas e, ainda, traz sintomas fisiológicos que só serão percebidos quando o indivíduo começa a fazer uso de drogas ou álcool de forma constante.

Não há uma causa específica para a dependência química, mas sim a junção de fatores psicossociais, ambientais e genéticos, como pressão de um determinado grupo, curiosidade, uma perda, dificuldade em resolver alguma situação, tristeza ou até mesmo o sucesso.

 

Principais sintomas que ajudam a identificar um dependente químico

A vida é cheia de desafios e faz parte dela passarmos por momentos de dificuldades. E sem dúvidas um dos maiores desafios que uma pessoa, ou até mesmo uma família pode enfrentar são as drogas. Pensando nisso, vamos falar hoje sobre como identificar um dependente químico na família. Algo bem comum de se acontecer é que as famílias tendem a pensar que esse é um problema que só acontece com os outros. E que seus filhos são bem educados o suficiente para se envolverem com as drogas. Mas a verdade é que educação (ou falta dela) nem sempre é motivo para que alguém se envolva com drogas. E quando acontece da família descobrir que um de seus membros se tornou um usuário de drogas, uma das primeiras reações é a negação. Algo muito perigoso, pois só contribui para que o problema se agrave. Ignorar um problema, seja ele relacionado à dependência química ou não, sempre é uma má escolha a se fazer. Ignorar ou "fugir" dos problemas não fará com que eles desapareçam ou se resolvam por si sós, sem a nossa intervenção. Por isso, é importante saber como identificar um dependente químico. Falando sobre a dependência química, ela é uma doença que causa mudanças de comportamento, cognitivas e, ainda, traz sintomas fisiológicos que só serão percebidos quando o indivíduo começa a fazer uso de drogas ou álcool de forma constante. Não há uma causa específica para a dependência química, mas sim a junção de fatores psicossociais, ambientais e genéticos, como pressão de um determinado grupo, curiosidade, uma perda, dificuldade em resolver alguma situação, tristeza ou até mesmo o sucesso. Principais sintomas que ajudam a identificar um dependente químico Os sintomas que ajudam a identificar um dependente químico são os mais variados, porque tanto seu comportamento quanto a saúde física e/ou as atitudes do usuário podem mudar, por isso é fundamental estar sempre atento. Com o decorrer do tempo e a evolução da dependência química, o usuário será negligente com ele mesmo, pois ele não valorizará coisas que antigamente considerava importante. Sendo assim, a pessoa que faz uso de drogas não dará mais importância para os seus relacionamentos, para sua aparência e para o seu trabalho. Com o objetivo de fugir de compromissos, as mentiras começarão a aparecer e com o passar do tempo, elas só vão aumentar. O dependente químico costuma também apresentar um descontrole financeiro, porque para adquirir a droga, ele precisará investir. E esse gasto passará a ser frequente e conforme o vício avança, seu descontrole financeiro também cresce. Outra característica que ajuda a identificar um dependente químico são as drásticas alterações comportamentais como a depressão, inquietação, frustração e até euforia, todas em grande intensidade. Outro fator que pode ajudar a família a identificar um dependente químico está relacionado às suas atividades e amizades, pois aqueles que começam a fazer uso de drogas abandonam seus antigos amigos e param de frequentar os grupos que costumavam estar presentes. Muitas vezes, aqueles que usam drogas têm o desejo de abandonar o vício. Mas não conseguem fazer isso sozinhos, por isso é fundamental que a família e os amigos deem todo o apoio que essa pessoa precisa. Porém é preciso ainda buscar ajuda profissional. Neste caso, o Grupo Nova Etapa pode auxiliar as famílias a vencerem a dependência química. Entre em contato conosco para saber mais

Os sintomas que ajudam a identificar um dependente químico são os mais variados, porque tanto seu comportamento quanto a saúde física e/ou as atitudes do usuário podem mudar, por isso é fundamental estar sempre atento.

Com o decorrer do tempo e a evolução da dependência química, o usuário será negligente com ele mesmo, pois ele não valorizará coisas que antigamente considerava importante.

Sendo assim, a pessoa que faz uso de drogas não dará mais importância para os seus relacionamentos, para sua aparência e para o seu trabalho.

Com o objetivo de fugir de compromissos, as mentiras começarão a aparecer e com o passar do tempo, elas só vão aumentar.

O dependente químico costuma também apresentar um descontrole financeiro, porque para adquirir a droga, ele precisará investir.

E esse gasto passará a ser frequente e conforme o vício avança, seu descontrole financeiro também cresce.

Outra característica que ajuda a identificar um dependente químico são as drásticas alterações comportamentais como a depressão, inquietação, frustração e até euforia, todas em grande intensidade.

Outro fator que pode ajudar a família a identificar um dependente químico está relacionado às suas atividades e amizades, pois aqueles que começam a fazer uso de drogas abandonam seus antigos amigos e param de frequentar os grupos que costumavam estar presentes.

Muitas vezes, aqueles que usam drogas têm o desejo de abandonar o vício. Mas não conseguem fazer isso sozinhos, por isso é fundamental que a família e os amigos deem todo o apoio que essa pessoa precisa. Porém é preciso ainda buscar ajuda profissional.

Neste caso, o Grupo Nova Etapa pode auxiliar as famílias a vencerem a dependência química. Entre em contato conosco para saber mais.

Como funciona a mente de um dependente químico

Como funciona a mente de um dependente químico?

Mesmo com tanta facilidade à informação como nunca tivemos antes, muitas pessoas por falta de conhecimento têm muito preconceito com dependentes químicos. É algo totalmente errado julgar sem saber como funciona a mente de um dependente químico. Nesse artigo nós vamos procurar entender esta questão.

Em primeiro lugar, um dependente químico não é um marginal, uma escória da sociedade ou algo do tipo. Essas comparações podem parecer exagero, mas infelizmente acontecem.

Muitas vezes, a própria família discrimina o adicto tornando a situação muito pior do que de fato ela já é.

Portanto, a primeira coisa que se deve fazer para entender a mente de um dependente químico e tentar ajudá-lo é não o discriminar, maltratar ou fazer comentários que o diminuam. Por mais que seja difícil lidar com um dependente químico, é necessária muita paciência, amor e compreensão.

Afinal, a dependência química é uma doença presente na relação de doenças relacionadas pela Organização Mundial da Saúde, classificada como “transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de múltiplas drogas e ao uso de outras substâncias psicoativas”.

Apenas no Brasil, a dependência química afeta 4 entre 10 famílias. Infelizmente esse número vem crescendo com o passar do tempo. Algo que deve ser levado a sério e não ser ignorado ou tratado com pouca importância.

 

Características de como funciona a mente de um dependente químico

Características de como funciona a mente de um dependente químico

 

Bem, agora que fizemos esse panorama inicial sobre a dependência química e o adicto, vamos listar aqui algumas características de como funciona a mente de um dependente químico:

  • Indiferença aos vínculos: Um dependente químico quase nunca aceita conselhos de outras pessoas, sejam quem for. Dependendo do nível em que a doença alcançou, ele deixa de se importar com o que as pessoas próximas e desconhecidos pensam a seu respeito. Não é à toa que muitos dos vínculos familiares e de amizade são simplesmente perdidos.

  • Irritabilidade: O que muitas pessoas têm dificuldade de aceitar na forma como funciona a mente de um dependente químico é a sua irritabilidade. Coisas fúteis se tornam motivos para discussões, brigas sérias e até mesmo agressões físicas. O dependente acha que está sempre certo e que os demais é que estão enganados sobre sua situação atual.

  • Inquietação: O vício pela droga altera a maneira como funciona a mente de um dependente químico. Com isso, ele não consegue esconder a inquietação quando fica sem a substância pela qual é dependente. E essa inquietação pode fazer com que a pessoa tenha atitudes que normalmente não teria, caso não fosse a doença, como, por exemplo, furtar objetos para conseguir recursos e manter o consumo da(s) droga(s).

Existem muitas outras características que mostram como funciona a mente de um dependente químico, porém, estas que listamos costumam ser mais comuns na maioria dos casos.

Se você conhece algum dependente químico e quer ajudá-lo, entre em contato conosco. O Grupo Nova Etapa é especialista no tratamento da dependência química e sem dúvidas poderá ajudar!

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