Clínica de reabilitação para alcoólatras no Rio de Janeiro – RJ

O alcoolismo é um problema que afeta milhões de pessoas por todo o mundo, destruindo a saúde do dependente e desestabilizando famílias. Mas nesse artigo vamos nos concentrar aqui, em nosso país. Mais precisamente no RJ. Portanto, se você está buscando por uma clínica de reabilitação para alcoólatras no Rio de Janeiro RJ, continue lendo.

Muitas pessoas tendem a ignorar o alcoolismo no início, por não saberem identificar quando as coisas estão saindo do controle.

A questão de o álcool ser uma droga lícita e vista como “inofensiva” pela maioria da população mundial, torna seu consumo algo comum e, muitas vezes, incentivado por grupos.

Por exemplo, os mais jovens, quando costumam sair ou se reunirem, seja qual for o motivo, tendem a consumir bebidas alcoólicas. Principalmente se for em alguma confraternização.

Claro que isso não é exclusividade dos mais jovens. Até mesmo famílias quando se reúnem, costumam tomar bebidas alcoólicas, em um churrasco em família, por exemplo.

Colegas de trabalho gostam de tomar uma cerveja no chamado happy hour.

Enfim, são muitas as ocasiões que a bebida alcoólica pode estar presente. E não há nada de errado nisso. Mas o problema não é ingerir o álcool, e sim exagerar. Não é a toa que nas propagandas de bebidas alcoólicas sempre vemos a alerta “beba com moderação”.

Podemos fazer uma analogia com um carro. Não há problema nenhum em se ter um carro, andar pela cidade, viajar, desde que você tenha idade suficiente para ser habilitado e respeite as leis de trânsito, principalmente não excedendo os limites de velocidade.

Consumir álcool também requer uma idade mínima e respeitar limites nas doses ingeridas. Mas se você não respeita os limites, tanto num exemplo, quanto no outro, as consequências podem ser fatais.

Qual clínica de reabilitação para alcoólatras no Rio de Janeiro RJ escolher?

Qual clínica de reabilitação para alcoólatras no Rio de Janeiro RJ escolher

As situações e exemplos que falamos aqui não são exclusividades do Rio de Janeiro, acontecem em qualquer lugar. Mas vamos agora falar sobre qual clínica de reabilitação para alcoólatras no Rio de Janeiro RJ escolher.

O Grupo Nova Etapa conta com diversas unidades espalhadas por todo o Brasil. Inclusive, contamos com uma clínica de reabilitação para alcoólatras no Rio de Janeiro RJ.

Nós possuímos uma infraestrutura completa e equipe terapêutica formada por profissionais altamente capacitados e experientes, oferecendo os melhores tratamentos e obtendo os melhores resultados.

Nosso objetivo é a restauração da qualidade de vida dos nossos pacientes, através do equilíbrio físico, emocional e psicológico.

O Grupo Nova Etapa possui mais de 20 anos de experiência. São duas décadas de sucesso, ajudando milhares de famílias a vencerem o alcoolismo, restaurando a harmonia e a felicidade. Além, é claro, de recuperar a saúde física e psicológica do dependente e também de sua família.

Nós convidamos você a entrar em contato conosco para que possamos esclarecer todas as suas dúvidas com relação ao tratamento do alcoolismo. Temos certeza que você mesmo ficará satisfeito e concluirá por si próprio que o Grupo Nova Etapa é a melhor escolha em clínica de reabilitação para alcoólatras no Rio de Janeiro RJ. Estamos esperando por você!

Clínica para alcoólatras no interior de SP

Clínica para alcoólatras no interior de SP

O alcoolismo tem sido um empecilho na vida de muitas famílias no Brasil e no mundo. Ele arruína relacionamentos, carreiras profissionais, vida social e pode até mesmo levar à morte. No entanto, há solução para este problema e o Grupo Nova Etapa conta com clínica para alcoólatras no interior de SP.

Foi-se o tempo que o interior de SP era sinônimo de tranquilidade e um número de problemas bem menores que nas grandes metrópoles.

É claro que se comparado com a capital, o interior ainda é um local menos problemático, principalmente em cidades menores. Mas como as cidades vêm crescendo, se desenvolvendo, os problemas também crescem juntos.

Problemas como violência, poluição, criminalidade, trânsito intenso, entre outros, costumam mexer com a saúde mental das pessoas, as deixando mais estressadas, apreensivas.

Isso pode contribuir com o consumo de bebidas alcoólicas com o objetivo de “relaxar” ou amenizar os problemas do cotidiano. E esse consumo se tornar cada vez mais constante até que foge do controle e o alcoolismo faz mais uma vítima.

Essa é apenas uma das razões pelas quais uma pessoa pode se tornar um alcoólatra, porém existem muitas outras, como, por exemplo, a própria cultura local.

Pode-se dizer que o alcoolismo é até mais perigoso que a dependência química (relacionada à drogas ilícitas) porque as bebidas alcoólicas são aceitas pela grande maioria da sociedade.

Uma pessoa que bebe “socialmente”, ou até mesmo aquela que não costuma consumir bebidas alcoólicas, mas que quando vai a uma festa, por exemplo, bebe muito, em geral não é mal vista pela maioria das pessoas. Já não se pode dizer o mesmo de alguém que fuma maconha, mesmo que seja só de vez em quando.

 

Onde encontrar uma boa clínica para alcoólatras no interior de SP?

 

Onde encontrar uma boa clínica para alcoólatras no interior de SP

Depois de falarmos um pouco sobre como uma pessoa pode se tornar alcoólatra, chegou o momento de falar como resolver o problema.

E a melhor forma de se conseguir vencer o alcoolismo é procurando por uma boa clínica para alcoólatras no interior de SP.

Uma coisa que queremos destacar é que, se você tem problemas com o álcool, não deve ter vergonha disso, de procurar uma ajuda. Principalmente se você tem uma família ou pessoas que dependem de você de alguma forma.

Como falamos no início, o alcoolismo é uma doença progressiva, ou seja, ela pode piorar com o tempo, inclusive causando a morte. Por isso, não deixe o constrangimento ou a vergonha destruir sua vida e procure ajuda profissional.

O Grupo Nova Etapa conta com mais de 20 anos de experiência em reabilitação humana ajudando diversas famílias a vencerem a dependência química/alcoólica.

Além de profissionais experientes, éticos e competentes, o Grupo Nova Etapa possui excelentes acomodações proporcionando conforto, segurança e tranquilidade para os nossos residentes.

Nós também queremos ajudar você e sua família a terem uma vida mais feliz, saudável e unida, pois sabemos que problemas como o alcoolismo afastam entes queridos.

Portanto, se você procura por uma boa clínica para alcoólatras no interior de SP, entre em contato conosco. Estamos preparados para esclarecer todas as suas dúvidas e encontrar uma solução para o seu problema.

Como funciona a mente de um dependente químico

Como funciona a mente de um dependente químico?

Mesmo com tanta facilidade à informação como nunca tivemos antes, muitas pessoas por falta de conhecimento têm muito preconceito com dependentes químicos. É algo totalmente errado julgar sem saber como funciona a mente de um dependente químico. Nesse artigo nós vamos procurar entender esta questão.

Em primeiro lugar, um dependente químico não é um marginal, uma escória da sociedade ou algo do tipo. Essas comparações podem parecer exagero, mas infelizmente acontecem.

Muitas vezes, a própria família discrimina o adicto tornando a situação muito pior do que de fato ela já é.

Portanto, a primeira coisa que se deve fazer para entender a mente de um dependente químico e tentar ajudá-lo é não o discriminar, maltratar ou fazer comentários que o diminuam. Por mais que seja difícil lidar com um dependente químico, é necessária muita paciência, amor e compreensão.

Afinal, a dependência química é uma doença presente na relação de doenças relacionadas pela Organização Mundial da Saúde, classificada como “transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de múltiplas drogas e ao uso de outras substâncias psicoativas”.

Apenas no Brasil, a dependência química afeta 4 entre 10 famílias. Infelizmente esse número vem crescendo com o passar do tempo. Algo que deve ser levado a sério e não ser ignorado ou tratado com pouca importância.

 

Características de como funciona a mente de um dependente químico

Características de como funciona a mente de um dependente químico

 

Bem, agora que fizemos esse panorama inicial sobre a dependência química e o adicto, vamos listar aqui algumas características de como funciona a mente de um dependente químico:

  • Indiferença aos vínculos: Um dependente químico quase nunca aceita conselhos de outras pessoas, sejam quem for. Dependendo do nível em que a doença alcançou, ele deixa de se importar com o que as pessoas próximas e desconhecidos pensam a seu respeito. Não é à toa que muitos dos vínculos familiares e de amizade são simplesmente perdidos.

  • Irritabilidade: O que muitas pessoas têm dificuldade de aceitar na forma como funciona a mente de um dependente químico é a sua irritabilidade. Coisas fúteis se tornam motivos para discussões, brigas sérias e até mesmo agressões físicas. O dependente acha que está sempre certo e que os demais é que estão enganados sobre sua situação atual.

  • Inquietação: O vício pela droga altera a maneira como funciona a mente de um dependente químico. Com isso, ele não consegue esconder a inquietação quando fica sem a substância pela qual é dependente. E essa inquietação pode fazer com que a pessoa tenha atitudes que normalmente não teria, caso não fosse a doença, como, por exemplo, furtar objetos para conseguir recursos e manter o consumo da(s) droga(s).

Existem muitas outras características que mostram como funciona a mente de um dependente químico, porém, estas que listamos costumam ser mais comuns na maioria dos casos.

Se você conhece algum dependente químico e quer ajudá-lo, entre em contato conosco. O Grupo Nova Etapa é especialista no tratamento da dependência química e sem dúvidas poderá ajudar!

Como convencer um dependente químico a se tratar?

Convencer um dependente químico a se tratar pode ser algo complicado, dependendo de cada situação. Há muitas situações onde o adicto não aceita logo de imediato o tratamento, nem mesmo admite ser um dependente, pensando que sua situação é normal que consegue parar de usar drogas quando quiser. Mas que a princípio não quer.

Infelizmente, na grande maioria dos casos, o dependente químico só inicia o tratamento quando se chega “ao fundo do poço”, ou seja, quando sua saúde e sua vida como um todo já estão devastadas. E há situações que nem mesmo assim o adicto se submete ao tratamento, muitas vezes sendo necessária uma internação involuntária.

Mas sem dúvida a internação voluntária é a melhor alternativa, pois tende a proporcionar melhores resultados na recuperação do paciente já que ele mesmo se submete ao tratamento espontaneamente. Porém, reforçando o que acabamos de dizer aqui, nem sempre o dependente aceita se tratar. Mas então, o que podemos fazer para ajudar? É o que responderemos em breve. Continue a leitura!

Se você sabe ou apenas esteja desconfiado que alguém da sua família usa drogas, primeiramente precisa entender se essa pessoa já chegou no nível de dependência. Nem todos que usam drogas são dependentes químicos, assim como nem todos que consomem bebidas alcoólicas são alcoólatras, dependentes do álcool.

Dependência química é uma doença, por mais que nem todos tenham essa visão. Uma mudança radical na personalidade pode ser indício de que uma pessoa está abusando do uso de drogas. As mudanças de personalidade são um sinal comum de todos os tipos de dependência química.

O que você pode fazer para convencer um dependente químico a se tratar?

O que você pode fazer para convencer um dependente químico a se tratar

Mas então, o que você pode fazer para convencer um dependente químico a se tratar? Se pudéssemos resumir em apenas uma palavras, nós diríamos a você diálogo. E queremos chamar a sua atenção para essa palavra diálogo, pois dialogar não é apenas falar, mas também ouvir. Portanto, você precisa falar com o dependente químico sobre sua situação, mas também precisa ouvir o que a pessoa tem a dizer.

Mesmo que você pense que sabe o motivo pelo qual fez a pessoa começar a usar drogas, viciar-se nelas e consequentemente tornar-se dependente, procure entender o porquê da pessoa ter chegado àquela situação. No caso dos jovens, é comum começarem a usar drogas por incentivo dos colegas, mas pode haver algo a mais por detrás disso, como, por exemplo, um problema familiar, por sentir-se não amado por seus pais ou algo similar.

É importante dizer que dialogar com o dependente químico nem sempre é fácil, portanto, escolha um momento em que ele ou ela estejam “sóbrios”, tranquilos e dispostos a conversar. Jamais imponha nada, não seja autoritário. Se o momento não for o melhor para conversar, então deixe para outra ocasião. Mas não desista, seja paciente que se você demonstrar real preocupação pela pessoa, em algum momento ela irá ceder.

Esperamos que você tenha gostado desse artigo mostrando como convencer um dependente químico a se tratar. Se você precisa de ajuda profissional, entre em contato com o Grupo Nova Etapa que nós estamos prontos para te ajudar!

Como lidar com um dependente químico

Como lidar com um dependente químico?

Saber como lidar com um dependente químico é algo fundamental para ajudar o adicto a superar esta dificuldade, pois é muito difícil alguém sozinho vencer a dependência química.

Antes de saber como lidar com um dependente químico, você precisa primeiramente lidar consigo mesmo. A princípio, parecer estranho ler isso, não é? Mas você logo vai entender.

A dependência química é uma doença. Na verdade, essa é uma forma simples de defini-la. A dependência química é um problema complexo que também afeta a saúde física, mas vai além disso. Ela afeta a saúde psicológica, traz problemas sociais destruindo famílias, amizades e a vida do dependente. Muitas vezes esse “destruindo” pode ser literal, levando o adicto a óbito caso o tratamento não seja feito o quanto antes.

No mundo todo são mais de 35 milhões de pessoas que sofrem devido à dependência química. Segundo o Relatório Mundial sobre Drogas de 2020 organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU), de 2009 até 2018 o número de de usuários de drogas aumentou cerca de 30%. São números tristes e preocupantes.

Voltando ao fato de você primeiramente aprender a lidar consigo mesmo, a dependência química como já foi dito aqui pode abalar a vida de pessoas próximas ao adicto, inclusive causando a codependência, um padrão de comportamentos que aprendemos para nos proteger da sensação de estar fora de controle. Por exemplo, uma mãe que tem um filho dependente químico e sofre por se sentir culpada e/ou incapaz devido ao problema do filho.

Portanto, antes de saber lidar com um dependente químico, é preciso estar bem, principalmente com a saúde mental em dia.

O que você pode fazer para lidar com um dependente químico?

O que você pode fazer para lidar com um dependente químico

Agora que você sabe que precisa estar bem, com seu emocional estável, é hora de saber como lidar com um dependente químico.

Converse com a pessoa e demonstre que se preocupa. Diga que a ama e quer ajudar para que ela fique bem. Não faça chantagens emocionais nem tente fazer a pessoa sentir-se culpada. Estes comportamentos podem piorar a situação no lugar de ajudar.

É bem provável que o dependente químico não queira falar sobre o assunto na sua primeira tentativa de conversa. Não insista, caso a pessoa se sinta desconfortável e tente fugir do assunto, mas deixe claro que irá querer conversar em uma outra oportunidade. Mesmo que a pessoa diga que não quer falar sobre o assunto em outra ocasião, não desista, seja paciente e no momento certo vocês conseguirão ter um diálogo produtivo.

Quando finalmente a pessoa aceitar conversar com você, sugira que ela procure ajuda profissional para tratar a dependência química. Ofereça-se para ajudar a procurar uma clínica de recuperação. Talvez o dependente não aceite essa ideia a princípio, mas como dissemos antes, seja paciente e continue tentando, sempre de forma amável, demonstrando real preocupação.

Ao dependente concordar em procurar ajuda profissional, você e ele pode contar com o Grupo Nova Etapa. Nós possuímos mais de 20 anos de experiência no combate à dependência química, já ajudamos diversas pessoas e também podemos te ajudar. Entre em contato conosco para saber mais.

Como funciona a internação involuntária para drogados

Como funciona a internação involuntária para drogados?

A internação involuntária para drogados é um tipo de internação a qual o Grupo Nova Etapa trabalha. Nela, a autorização do paciente não é necessária, bastando apenas o consentimento da família ou responsável. A ideia de internar alguém contra a sua vontade pode parecer um pouco incômoda, mas nós vamos explicar aqui neste artigo como ela é feita e desmistificar qualquer má impressão que a internação involuntária para drogados possa vir causar.

Reforçando o que já dissemos aqui, a internação involuntária para drogados é solicitada pela família do paciente, e além disso uma avaliação médica também é indispensável. Após a avaliação, o médico irá decidir se a internação involuntária é necessária ou não.

Caso o paciente esteja só, sem família ou responsável direto, a decisão pela internação involuntária fica por conta da equipe médica.

O paciente pode ser levado até a clínica por sua família, ou se for necessário, uma equipe profissional representante da clínica fará o resgate na residência do paciente ou em qualquer outro local onde o adicto se encontre no momento do resgate.

Por que a internação involuntária para drogados é necessária em algumas situações?

Por que a internação involuntária para drogados é necessária

 

Explicando o porquê a internação involuntária para drogados é necessária, quando o assunto é dependência química, pode ser um caso de vida ou morte, literalmente falando. Há situações onde o dependente químico não consegue tomar decisões por si só devido às complicações causadas pela doença.

A dependência química é um transtorno mental que se não for tratada de forma correta e profissional, pode causar danos ao cérebro que dificultam o paciente discernir o que é certo ou errado, o que é bom ou ruim para si próprio e para outras pessoas.

Outra situação onde a internação involuntária para drogados acontece é quando o paciente se torna um risco para outras pessoas ou para si próprio. Por exemplo, quando faz tentativas de suicídio ou quando se torna muito agressivo com outras pessoas, incluindo sua família.

Para entender melhor a internação involuntária, podemos fazer uma comparação com um pessoa que teve uma de suas pernas esmagadas por uma pedra gigante.

Digamos que essa pessoa seja um alpinista, sofreu um acidente ao fazer uma escalada e uma pedra esmagou sua perna. Não há como mover a pedra. E mesmo se houvesse, sua perna foi esmagada. A única alternativa é amputar a perna, do contrário, não tem como salvar a vida do alpinista.

É um exemplo drástico, uma comparação exagerada, você pode pensar, mas é semelhante ao que pode acontecer com o dependente químico se não for internado “a força”. Ele pode morrer. Seja por overdose, seja por suicídio, ou qualquer outro motivo relacionado à dependência química.

 

Grupo Nova Etapa, uma clínica de recuperação que respeita a vida humana

Grupo Nova Etapa

É normal a preocupação da família com o ente dependente químico, principalmente se a internação involuntária para drogados for necessária. Será que o vão cuidar bem dele ou dela? Não vão maltratá-lo(a)? Essas são perguntas comuns que ficam na mente dos familiares que autorizam a internação involuntária.

No caso do Grupo Nova Etapa, você pode ficar despreocupado(a) pois tratamos todos os nossos residentes com muito respeito e humanidade. Todos os nossos profissionais são qualificados e possuem grande experiência lidando com diversas situações, mesmo as mais complicadas. Sem falar nas nossas unidades que são seguras e totalmente adequadas para acolher pacientes e familiares.

Entre em contato conosco para saber mais detalhes. Estamos à disposição!

Como lidar com marido dependente químico

Como lidar com marido dependente químico

A dependência química, além de ser uma doença crônica que afeta milhões de pessoas por todo o mundo, também é um problema social que abala muitas famílias. E uma das principais vítimas deste grande mal são as esposas. Nesse artigo você irá descobrir como lidar com marido dependente químico.

O Grupo Nova Etapa tem ciência de que a dependência química não é um problema exclusivo que atingem as mulheres, as esposas em específico. Mas neste artigo, nós vamos nos concentrar nessa situação que é mais comum do que você pode imaginar. Vamos falar para as mulheres que sofrem com a dependência química dos maridos, certo? Então, vamos lá!

 

Como lidar com marido dependente químico agressivo

Como lidar com marido dependente químico agressivo

Ao notar que seu marido está sob o efeito da droga, seja ela qual for, e ficando cada vez mais agressivo e estiverem em casa, procure primeiramente verificar se uma possível fuga rápida é viável, caso ele venha tentar te agredir. Se necessário, saia de casa e peça ajuda para os vizinhos.

Se a fuga não for possível, procure um local seguro da casa e tente ligar para alguém pedindo ajuda.

Conseguindo ou não pedir ajuda ou fugir, não discuta com seu marido, independente do que ele diga ou faça. Isso só pode deixá-lo mais irritado e piorar ainda mais a situação.

Lembre-se, a sua prioridade no momento é manter você e seus filhos seguros. Faça o necessário para que isso ocorra.

 

E quando o marido estiver sóbrio, o que fazer?

E quando o marido estiver sóbrio

Quando seu marido não estiver sob o efeito das drogas e tanto você quanto ele estiverem calmos, eis o momento de conversarem sobre o assunto.

Inicie a conversa de forma tranquila, deixando claro que você o ama e quer o melhor para vocês dois, para a família.

Depois de deixar claro seu amor e sua preocupação por ele e sua família, é hora de entrar no assunto e falar sobre os problemas que a dependência química tem causado para ele e para todos ao redor.

Relembre as brigas e momentos conturbados causados pelo uso das drogas. Mostre o quão você ficou triste, assustada, abalada, enfim, deixe bem claro que os conflitos causados pela dependência química têm feito muito mal à todos.

E lembre-se de algo muito importante: nunca coloque a culpa diretamente nele. Você precisa conscientizá-lo que a dependência é a culpada de tudo e que somente seu marido pode mudar essa situação.

Incentive seu marido a buscar ajuda profissional. Ofereça-se para que juntos possam escolher uma boa clínica de recuperação e diga à ele que vai estar sempre ao seu lado o apoiando a fazer o melhor por ele e por toda a família.

Seja paciente, pois a negação é muito comum. Seu marido pode dizer que irá buscar ajuda ou que irá parar de usar drogas e não ser mais agressivo somente naquele momento, para evitar conversas desconfortáveis.

Não desista fácil. Mas também não insista para sempre. Não prejudique sua saúde e integridade e nem a de seus filhos se você ver que seu esforço está sendo em vão. Ele também precisa colaborar.

Como lidar com marido dependente químico em tratamento

Como lidar com marido dependente químico em tratamento

Quando finalmente seu marido aceitar o tratamento, é aí que você precisa apoiá-lo ainda mais, pois recaídas podem acontecer. Por isso procure sempre evitar situações em que possam facilitar o consumo de drogas. Procure sempre o incentivar a manter-se sóbrio. Estejam ainda mais próximos um do outro.

Se você precisa de ajuda com seu marido, e quer ajudá-lo a se ver livre da dependência química, entre em contato com o Grupo Nova Etapa. Ficaremos contentes em poder ajudar vocês!

Dependência química: Entenda como funciona o tratamento

O assunto dependência química costuma ser muito amplo, ocasionando diversas discussões e também dúvidas, principalmente entre aqueles que não vivem esta realidade. Ou então que estão começando a viver ou testemunhar de perto, muitas vezes, com algum familiar.

Falando em familiar, uma pesquisa feita pela LENAD Família (Levantamento Nacional de Famílias dos Dependentes Químicos), levantou os seguintes dados: 28 milhões de pessoas possuem algum parente dependente químico. E pelo menos 8 milhões de brasileiros são dependentes de álcool, maconha ou cocaína.

A pesquisa foi feita com 3.142 famílias de dependentes químicos em tratamento e um questionamento com 115 perguntas foi usado para fazer o levantamento. O estudo foi feito em clínicas de reabilitação e comunidades terapêuticas.

A mesma pesquisa ainda mostra que 73% dos pacientes consumia mais de uma droga. E 68% das pessoas em tratamento consumiam maconha juntamente com outras substâncias.

O tempo médio em que os pacientes eram usuários de drogas era de 13 anos. Mas a família apenas descobria com 8 anos de uso, em média.

Quando a família descobria, levava em média dois anos para procurar ajuda, se tratando de um usuário de crack ou cocaína. E em torno de 7 anos, se tratando de dependentes alcoólicos.

Pouco mais de um terço dos familiares relataram terem percebido o uso de drogas devido a mudanças no comportamento.

Este levantamento foi feito entre junho de 2012 e julho de 2013. E por mais que tenham se passado 7 anos desde a sua conclusão, infelizmente a situação atual (2020) não é muito diferente.

Veja, a seguir, um vídeo do programa Morning Show comentando uma entrevista cedida pelo ator Fábio Assunção ao jornal O Globo onde o artista fala sobre a dependência química:

 


 

 

Qual o primeiro passo no tratamento da dependência química?

Qual o primeiro passo no tratamento da dependência química

Como podemos notar, a dependência química é um sério problema que precisa ser enfrentado. Mas este enfrentamento não é nada fácil. Vimos que o tempo que se leva para buscar ajuda é muito grande.

E quanto maior a demora, mais o problema se agrava, pois a dependência química é uma doença primária, ou seja, pode originar outras doenças. E também tem caráter progressivo, ou seja, pode piorar com o passar do tempo, podendo até mesmo levar ao óbito.

O primeiro grande passo para o tratamento da dependência química é convencer o usuário de drogas que precisa de ajuda. Isso pode parecer fácil, mas, infelizmente, na maioria das vezes não é.

A demora para se buscar ajuda profissional para o tratamento da dependência química está relacionada em boa parte pela não-aceitação do próprio usuário.

Muitas vezes ele ou ela acha que não precisa de ajuda, que pode parar de usar a hora que quiser, que não está doente.

Ou então, há casos que o próprio dependente tem consciência de seu estado, mas ainda assim prefere não procurar ajuda por vergonha, medo, ou por se considerar um “caso perdido”. Entre muitos outros motivos que impedem a busca por tratamento.

 

Comece pelo diálogo

Comece pelo diálogo

Mas então, o que fazer para resolver este problema? A primeira solução é o diálogo. Se você conhece algum dependente químico e quer ajudá-lo, procure conversar a respeito do assunto e convencê-lo a procurar ajuda profissional.

É claro que a princípio pode ser difícil e as primeiras tentativas poderão ser frustradas, mas você deve ter muita paciência e sempre procurar dialogar com amor, respeito e sincera preocupação.

Evite discussões acaloradas, julgamentos e jamais diminua a pessoa. Pelo contrário, procure sempre destacar o quão importante ela é para você e como você se preocupa e quer o seu bem.

Se sua atitude for sincera, e se a abordagem for correta, as chances de sucesso, de a pessoa se convencer que realmente precisa de um tratamento para vencer a dependência química são maiores.

 

Como funciona o tratamento da dependência química na clínica de recuperação?

Como funciona o tratamento da dependência química na clínica de recuperação

Após conseguir convencer o amigo ou parente e este por sua vez aceitar se submeter ao tratamento da dependência química, é hora de procurar por uma boa clínica de recuperação.

Porém, esta deve ser uma escolha rápida, pois as chances de o dependente químico desistir são grandes. E aumentam com o passar do tempo, caso não inicie logo o tratamento.

Para que não haja dúvidas nem pela parte da família, nem pela parte do dependente químico, queremos esclarecer como funciona uma clínica de recuperação para dependentes químicos.

Em poucas palavras, a clínica de recuperação é como se fosse um hospital para o dependente químico com alguns adicionais. Dizemos que parece um hospital porque conta com a presença de médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e outros profissionais da área da saúde.

Mas vai muito além disso. Além dos profissionais da saúde, que cuidam da saúde física dos pacientes, também existem psicólogos e terapeutas responsáveis por atividades e tratamentos terapêuticos com o objetivo de fortalecer os pacientes.

Afinal, não basta ficar dias ou meses sem consumir drogas, mas também é necessário trabalhar a mente para que resista ao desejo de consumi-las. Além disso, o paciente precisa trabalhar seu lado social que, em muitos casos é prejudicado devido à dependência química. Por exemplo, o relacionamento familiar.

O tempo de internação na clínica de recuperação varia muito de pessoa para pessoa. No geral, o mínimo que um paciente pode vir a ficar internado são 15 dias. E o máximo, 6 meses. Mas, reforçando, isso vai depender do progresso do paciente de acordo com a avaliação médica, tanto no início do tratamento, quanto no decorrer.

 

Grupo Nova Etapa: uma excelente opção para o tratamento da dependência química

 

uma excelente opção para o tratamento da dependência química

Se você precisa de ajuda com o tratamento da dependência química, o Grupo Nova Etapa é uma excelente escolha. Como falamos antes, quando o dependente químico aceita ajuda, a melhor coisa a se fazer é não perder tempo e escolher logo uma clínica de recuperação com qualidade.

O Grupo Nova Etapa tem mais de 20 anos de história ajudando diversas famílias a superarem problemas causados pela dependência química.

Possuímos uma infraestrutura completa e equipe terapêutica formada por profissionais altamente capacitados e experientes, oferecendo os melhores tratamentos e obtendo os melhores resultados.

Nossas unidades são especialmente desenvolvidas para proporcionar mais do que um ambiente confortável e seguro. Onde cada detalhe é cuidadosamente pensado para oferecer aos nossos pacientes o melhor e mais eficaz tratamento de reabilitação.

Entre em contato conosco para saber mais detalhes. Estamos prontos para poder te ajudar!

Clínica de recuperação em Mairiporã - SP

Clínica de recuperação em Mairiporã – SP

Você, que está passando por problemas envolvendo dependência química e procura uma clínica de recuperação em Mairiporã – SP, este artigo irá te interessar.

São muitas as famílias que sofrem por causa da dependência química. E este é um problema que nem sempre é levado muito a sério. Mesmo por aqueles que possuem dependentes químicos na família. Ou até mesmo, algumas vezes, o próprio dependente não consegue enxergar que está com um grande problema e precisa de ajuda.

Mesmo com muita informação disponível na internet, ainda hoje em dia a dependência química é mal compreendida e/ou mal vista pela maioria das pessoas. Tudo isso por falta de interesse e preconceito.

É bem comum as pessoas diminuírem aqueles que são dependentes químicos, os comparando com criminosos, marginais, gente de má índole, entre outros.

Mas a verdade é que a dependência química é um transtorno mental, uma doença crônica, onde diversos fatores podem contribuir para o seu desenvolvimento, incluindo a quantidade e frequência de uso da substância, a condição de saúde do indivíduo e aspectos genéticos, psicossociais e ambientais.

Para se ter uma ideia o quão sério é este problema, de acordo com a Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (ABEAD) 40% das famílias brasileiras são afetadas pela dependência química.

Em Mairiporã – SP as drogas também costumam ser um grande problema.

Há aproximadamente um mês atrás, polícia prendeu três suspeitos em um laboratório de drogas localizado em um sítio em Mairiporã. No interior do local, mais precisamente em uma mesa foram encontradas diversas armas e munições. Por todos os lados pinos de cocaína já com a droga ou que seriam abastecidos. Em um dos cômodos, armazenados num canto, 700 tijolos de maconha.

 

Por que uma clínica de recuperação em Mairiporã – SP é necessária?

Por que uma clínica de recuperação em Mairiporã - SP é necessária

 

Como pudemos ver, o tráfico de drogas também está presente na cidade de Mairiporã. E o caso que citamos logo acima é apenas um exemplo de várias situações semelhantes que ocorrem na cidade.

O problema do tráfico de drogas está diretamente ligado à dependência química. Por esta razão que é necessária uma clínica de recuperação em Mairiporã – SP.

Há diversas famílias necessitadas de ajuda para que consigam vencer as drogas e livrarem seus entes queridos da dependência.

Por isso o Grupo Nova Etapa conta com clínica de recuperação em Mairiporã – SP. Pensando em atender a população do município e proporcionar mais comodidade às famílias da região, possuímos uma clínica de reabilitação exclusiva para o tratamento e internação de dependentes químicos.

Possuímos uma infraestrutura completa e equipe terapêutica formada por profissionais altamente capacitados e experientes, oferecendo os melhores tratamentos e obtendo os melhores resultados.

Nosso objetivo com nossa clínica de recuperação em Mairiporã – SP é a restauração da qualidade de vida dos nossos pacientes, através do equilíbrio físico, emocional e psicológico.

A unidade possui uma estrutura completa para a realização dos nossos tratamentos, com sistemas de segurança e monitoramento, equipe de profissionais e atendimento 24 horas.

Se você está procurando por uma clínica de recuperação em Mairiporã – SP, entre em contato conosco. Estamos prontos para sanar todas as suas dúvidas e ajudar a combater a dependência química!

Como a família pode ajudar um dependente químico

Como a família pode ajudar um dependente químico?

A família costuma ser um sinônimo de amor, união, aprendizado e felicidade. Mas nem sempre as coisas são 100% boas e muitos desafios podem aparecer. Uns, pequenos, outros, um pouco maiores. Como é o caso da dependência química. Neste caso, como a família pode ajudar um dependente químico? É o que nós vamos descobrir neste artigo. Continue lendo!

A primeira coisa que a família pode fazer para ajudar um dependente químico é entender a doença. Sim, a dependência química é uma doença reconhecida pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Algo comum de acontecer nas famílias que têm algum dependente químico é ignorar o problema no sentido de entender o que é a dependência química e o porquê de o membro da família ter chegado àquela situação.

É preciso compreender que há sempre (ou quase sempre) algum conflito psicológico por trás da dependência, como traumas anteriores ou até mesmo outras doenças psiquiátricas, como depressão, transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, transtorno bipolar etc.

A droga pode ser usada como uma “muleta” para a solução de algum desses problemas. Portanto é importante a família não pensar que a dependência química é um desvio de caráter, “falta de vergonha na cara”, ou algo do tipo. Há casos também onde a família ignora o problema como uma espécie de tentativa de fuga do problema.

Por exemplo, imaginemos um casal que tem um filho adolescente que está com problemas com a dependência química. Os pais podem pensar: “ah, mas isso é só uma fase. Isso é normal entre os jovens. Logo passa”. Esse é um pensamento perigoso que pode pôr em risco não só o filho, mas toda a família.

 

Mais formas de como a família pode ajudar um dependente químico

Mais formas de como a família pode ajudar um dependente químico

Após a família entender e não ignorar a dependência química do ente querido, o próximo passo é ajudar o próprio dependente a entender sua situação. E nem sempre esta é uma tarefa fácil. Na verdade, na maioria das vezes, é bem difícil. E mesmo que a família consiga convencer o dependente, e este tenha consciência de sua situação, ainda assim pode recusar ajuda, simplesmente aceitando sua situação, sem o desejo de mudar.

A primeira coisa a fazer é tentar dialogar com o ente. No começo pode ser difícil, como falamos antes. Mas a família não pode desistir. A família precisa mostrar ao dependente que o ama, que quer ajudá-lo a ter uma vida mais saudável e feliz. Além de falar, a família também precisa ouvir, afinal um diálogo é uma situação onde as duas partes falam.

Além do diálogo, a família precisa mostrar a importância do ente querido através de gestos. O dependente químico não deve ser excluído de atividades da família. Muito pelo contrário, este deve sentir que faz e sempre fez parte da família, independente da situação. A família deve evitar julgamentos ou tratamentos que façam o dependente se sentir menos importante ou um fardo para a família.

Por outro lado, a família não pode ser conivente com tudo que o dependente faça. Certas atitudes que prejudiquem a família não devem ser aceitas, nem mesmo ignoradas. É necessário amor por parte da família. Mas amar não significa aceitar tudo que a outra pessoa faça.

Por fim, a família deve procurar ajuda profissional para tratar a dependência química. Nós, do Grupo Nova Etapa, já ajudamos diversas famílias a combaterem este mal e também queremos ajudar a sua! Entre em contato conosco agora para saber mais!

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